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sexta-feira, 9 de março de 2012

Como escolher uma boa oficina



Por mais cuidadoso que você seja, um dia terá de levar o carro a uma oficina, para regular o motor, trocar alguma peça ou consertar um pequeno raspão na lataria. O problema surge quando não se conhece ninguém que possa indicar um estabelecimento confiável, e também não se quer recorrer aos serviços, muitas vezes impessoais, de uma concessionária. Então, como reconhecer uma boa oficina? Pode parecer complicado à primeira vista, mas, seguindo dicas básicas, você terá sucesso. 

O primeiro contato é essencial. Preste atenção no atendimento. Um simples telefonema pode ser revelador. Se for pessoalmente, logo ao chegar, veja se a oficina dispõe um espaço para recepção dos clientes e seus veículos. Os funcionários são atenciosos e educados? De preferência, devem estar uniformizados. Uma vez que você decida deixar o carro para orçamento, é importante que a empresa trate bem dele desde o início. A oficina deve fornecer uma ficha detalhando o estado no qual seu veículo foi recebido, com informações como quantidade de combustível, quilometragem e presença de acessórios (calotas, antena etc.). Além disso, ela deve providenciar capas para os bancos, a fim de proteger o revestimento interno de manchas. E, depedendo do serviço, protetores para a carroceria. 

Enquanto o orçamento é realizado, aproveite para observar as instalações do local. O ambiente deve ser limpo, organizado e bem iluminado. Equipamentos e ferramentas devem estar em lugar específico, bem como as peças e os demais materiais. Repare na roupa dos mecânicos. Seus uniformes estão sujos demais? Mau sinal. 

Dependendo dos serviços prestados pela oficina (funilaria, pintura, mecânica), existem alguns equipamentos que são fundamentais para a qualidade do trabalho. Eduardo Augusto dos Santos, supervisor de consultoria do Cesvi Brasil, explica que numa funilaria o processo de lixamento da carroceria deve ser a seco, utilizando ferramentas especiais. “Lixar com água, além de propiciar o surgimento de pontos de ferrugem no futuro, é um processo manual que depende da força empregada pelo funileiro. E, ainda por cima, encharca o chão da oficina”, afirma. Soldas com maçarico também não são recomendadas, embora ainda comuns em pequenos estabelecimentos. O problema é que esse processo de soldagem superaquece o metal, comprometendo suas características e favorecendo o aparecimento de corrosão. “O ideal é a utilização das soldas elétricas (MIG ou MAG), que produzem temperaturas menores e não danificam a chapa”, diz o especialista. 

Os estabelecimentos que trabalham com pintura devem contar também com uma cabine ou estufa específica para esse fim. Em uma estufa, a secagem da pintura pode ser feita em cerca de 40 minutos, enquanto, ao ar livre, o processo pode demorar até dois dias. Além disso, a cabine impede que a carroceria tenha contato com a sujeira ou outros resíduos que estejam suspensos no ar. 

No que diz respeito à parte mecânica, o presidente do Sindirepa, Geraldo Santo Mauro, afirma que a eletrônica presente nos veículos atuais torna imprescindível a utilização de equipamentos modernos para verificar o funcionamento da injeção eletrônica, por exemplo. Mas não é só isso. “Não basta contar com os mais modernos aparelhos, se não houver funcionários aptos a lidar eles”, diz Mauro. Uma das maneiras de saber se os mecânicos da oficina são treinados é pelos certificados ou diplomas que as empresas e seus profissionais possuem, os quais devem estar expostos em locais visíveis. Esses atestados podem vir de entidades como ASE, IQA e Cesvi Brasil, ou de fabricantes de autopeças que fornecem certificados de conclusão de cursos que promovem. 

Quando o orçamento estiver pronto, um funcionário deverá explicar tudo o que precisa ser feito no carro, esclarecendo todas as dúvidas que você possa ter. Lembre-se de checar se o estabelecimento não é clandestino e, por meio do CNPJ, confira se a empresa não possui processos no Procon local. Ao término do serviço, a oficina deverá apresentar as peças substituídas, além de fornecer a nota fiscal discriminando todos os serviços realizados no veículo. 

Esses cuidados vão lhe ajudar a escolher uma boa oficina e também a manter seu carro em ordem. 


Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br

quinta-feira, 8 de março de 2012

Posto Dois Amores faz homenagem ao Dia Internacional da Mulher




Em homenagem ao dia Internacional da Mulher, neste 8 de Março, o Posto Dois Amores distribui bombons e cartões às clientes.  Manifestações surgem em lojas, nos carros de som e nos meios de comunicação  para contemplar as batalhas e as conquistas femininas.

O incêndio na fábrica de tecidos em Nova Iorque que matou cerca de 130 tecelãs no dia 8 de março de 1857 é o fato que levou ao surgimento dessa data que marca a luta das mulheres no mundo. O desastre ocorreu depois que as trabalhadoras começaram a protestar pelos seus direitos.


Fonte: Raniel Canuto / ASCOM Posto dois Amores

quarta-feira, 7 de março de 2012

Dicas de segurança no trânsito para ciclistas

E você ciclista fica atento quando está pedalando? Algumas dicas podem fazer a diferença para evitar acidentes. Então fique esperto:




Carros estacionados

Fique atento aos carros estacionados. Muitos motoristas resolvem sair da vaga sem sinalizar, olhar pelo retrovisor ou abrem a porta de uma vez.

Procure passar pelo menos a 1 metro de um carro estacionado. Sempre olhando para ver se outro veículo não está na ultrapassagem. Tome sempre cuidado, uma manobra em cima da hora pode lhe causar problemas.

Rotatórias e cruzamentos

Quando cruzar o caminho de outro veículo, diminua a velocidade ou pare se for preciso e espere a vez. Só atravesse com a certeza de segurança.

Curvas

Durante a curva, deve-se frear o mínimo e manter a velocidade ideal, para que as rodas da bicicleta não desgarrem do chão e você caia. Por isso, antes de entrar na curva, ainda na reta, deve encontrar a velocidade ideal, freando lentamente. Procure não “deitar” muito a bike.

Na chuva


Redobre os cuidados na chuva. Não faça movimentos bruscos nem freie com antecedência, tomando cuidado para evitar o travamento e deslizamento das rodas.

Mantenha uma distância maior em relação aos outros veículos. Fique esperto também com tampas de bueiros, poças d’água e pontos de menor atrito.

Fique esperto e pedale com muita atenção.

 

Fonte:  verdebike.com.br

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dez dicas para comprar um carro usado

 
 
Saiba como identificar um veículo em boas condições de uso e quais são os automóveis que ninguém quer para negociar o maior desconto
 
Por mais que alguém tome todos os cuidados, comprar um carro usado sempre envolve riscos. Às vezes é impossível prever que um veículo vai quebrar em breve ou não atenderá suas expectativas no longo prazo. Outra armadilha constante é o crédito. Com a maior flexibilidade dos bancos, muitos compradores se endividam demais, não conseguem pagar as prestações mensais e acabam com o carro retomado pelo banco. Para ajudá-lo a fazer a compra certa e reduzir o risco de surpresas desagradáveis, conversamos com mais de 20 especialistas. Veja abaixo o que eles têm a ensinar:

1 - Teste um carro antes de comprá-lo. Fazer o test drive é melhor do que nada, mas em geral não é suficiente para uma compra segura. Ao rodar por um ou dois quilômetros, provavelmente o interessado em um veículo só terá tempo de notar seus pontos positivos. No banco do passageiro, o vendedor se encarregará de ressaltar as qualidades e esconder os defeitos do automóvel escolhido. Para fazer um teste mais acurado, o ideal é alugar um carro do mesmo modelo. Ao contrário do que você está acostumado a fazer, peça ao funcionário o veículo mais velho disponível na locadora. Será esse automóvel que lhe mostrará os efeitos do tempo e do uso sobre determinado modelo. Caso seu interesse seja por um carro usado, saiba que algumas lojas permitem a realização de um test drive prolongado com o próprio veículo. A rede de concessionárias Itavema, por exemplo, permite que o interessado teste o carro que quer comprar durante três dias antes de fechar o negócio. Já a locadora de veículos Avis oferece ao comprador a oportunidade de alugar um automóvel por dois dias. Caso feche a compra, o cliente não precisará pagar pela locação. Já se desistir, o consumidor arcará só com o custo das duas diárias. Se tiver a oportunidade de realizar um teste de longa duração, leve o carro para um mecânico de confiança que possa avaliar seu estado de conservação. Circule por locais onde está acostumado a dirigir. Verifique se o carro cabe na vaga do prédio ou se não raspa na entrada do estacionamento. Certifique-se que o modelo agrada também a outros membros da família.

2 - Saiba quais são os carros que ninguém quer. Alguns tipos de veículo são muito difíceis de vender e só devem ser comprados mediante um belo desconto. Os brasileiros preferem automóveis nas cores prata e preto. Carros com cores extravagantes são bastante utilizados por montadoras que lançam um modelo novo, mas costumam encalhar nas lojas. Já veículos brancos ou amarelos sempre despertam a suspeita de que tenham sido usados como táxi no passado. Outra regra que dita o comportamento do mercado é que quanto mais caro é um carro, mais rápida é sua depreciação. A mesma regra vale para os importados. Veículos fabricados no exterior que vendem pouco no Brasil muitas vezes não possuem uma rede de assistência técnica adequada nem mercado secundário no país. Também existe muito preconceito com carros oriundos de leilão, de locadora ou com um histórico de acidentes graves. Então exija desconto. Já carros que saíram de linha perdem valor porque a manutenção e a substituição de peças tendem a se tornar cada vez mais difíceis. Como a primeira impressão é a que fica, veículos com defeitos e riscos na pintura acabam sendo mais difíceis de vender. Alterações estruturais como as de carros rebaixados ou turbinados também não são bem-vistas no mercado. Praticamente ninguém vai pagar pelos acessórios instalados no veículo, como som, DVD ou kit GNV.

3 - Informe-se em sites e revistas especializadas sobre os veículos mais desejados. Nas redes sociais, há dezenas de comunidades que discutem a qualidade de cada veículo. Notícias e rankings publicados na mídia também ajudam muito. A revista Quatro Rodas, da Editora Abril, divulga a cada ano o ranking dos melhores carros para comprar em 17 categorias

4 - Se possível, compre o carro de um amigo. Quanto mais próximo for o dono do veículo, menor o risco. Se ocorrerem eventuais problemas com o automóvel, você saberá a quem apresentar a reclamação. A dificuldade é encontrar o modelo desejado em bom estado apenas dentro do universo de conhecidos. A segunda opção mais segura são os carros de concessionárias. Além de serem lojas grandes e com uma reputação a zelar, boa parte dessas empresas ainda carrega junto o nome da montadora. Logo, o fabricante do veículo vai exigir da concessionária qualidade nos serviços prestados aos clientes. O que afugenta os consumidores das concessionárias é que os preços cobrados costumam ser um pouco mais elevados que nas demais formas de compra. Na escala de maior risco, em seguida aparecem os carros de lojas sem bandeira ou de locadoras. Ambas oferecem garantia de 90 dias para motor e câmbio. No entanto, a qualidade dos carros ofertados nessas lojas nem sempre será tão boa quanto nas concessionárias. As lojas sem bandeira são as principais compradoras de carros com alta quilometragem ou bem desgastados. Já as locadoras trabalham com muitos carros multiusuário. São, portanto, veículos em que o motorista muitas vezes não toma o devido cuidado para a conservação. Além disso, há veículos que são utilizados em condições mais severas. A pessoa aluga o carro justamente para não submeter o próprio automóvel ao desgaste de carregar carga pesada ou rodar em estrada de terra, por exemplo. Com risco maior que o carro de locadoras, estão os veículos comprados de desconhecidos. Negócios fechados entre pessoas físicas não estão sujeitos às regras do Código de Defesa do Consumidor nem tem garantia obrigatória de câmbio e motor. Também é necessário verificar você mesmo se o carro é roubado ou foi danificado por colisão ou enchente. Ao comprar um carro em lojas, essa triagem já terá sido feita pelo próprio estabelecimento comercial. Entre os desconhecidos, o mais arriscado é comprar um carro em outra cidade que você encontrou na internet. Muitas vezes o vendedor exige um pagamento antecipado do comprador mesmo que ele ainda não tenha tido a oportunidade de verificar se o veículo se encontra nas condições prometidas. Algumas vezes o anúncio é uma fraude: só se descobre que o carro e o vendedor não existem quando já é tarde. Então a dica é tomar cuidados redobrados. Peça para algum conhecido que mora na cidade do vendedor fazer uma vistoria no veículo antes de realizar qualquer pagamento antecipado. Por último, a forma mais arriscada de comprar um veículo é por meio de leilão. O comprador não poderá ligar o veículo nem rodar por alguns quilômetros. A abertura do capô é o máximo que se permite aos interessados. Muitos dos veículos que vão para leilão foram vendidos por seguradoras após sinistros graves. Não é à toa que os compradores muitas vezes apresentam lances com 30% de desconto e conseguem arrematar o veículo desejado.

5 - Pesquise preços em outras cidades. Muita gente não sabe, mas pode valer a pena viajar para comprar um carro em outra cidade. O principal diferencial é o preço. Segundo a tabela da Molicar, utilizada como referência de preços de veículos nas concessionárias, comprar o mesmo carro 0 km em São Paulo custa em média 5,2% menos do que no Pará, por exemplo. Também há diferenças nos preços dos carros usados. Os mais caros estão no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde os valores cobrados são em média 3,7% superiores aos pagos pelos paulistas. Já os preços no Centro-Oeste são 2% mais baixos que em São Paulo. Em geral, o carro paulista é muito bem-aceito em todos os estados do país porque as estradas são boas e a manutenção tem melhor qualidade. Já carros usados do Nordeste e do Norte sofrem com estradas ruins e salinidade. Os usados da região Sul são os mais valorizados porque a população possui uma cultura de conservação do veículo. Para comprar um carro em outra cidade por um preço interessante, no entanto, são necessários vários cuidados. Encontre um veículo pela internet e negocie preços com o vendedor, mas nunca faça um depósito em sua conta antes de confirmar que o automóvel realmente existe e está em boas condições. Se possível, peça para algum amigo que vive na cidade do vendedor para vistoriar o automóvel. E só pague pelo carro no momento da transferência do documento.

6 - Tome o crédito certo. Nos últimos anos, os bancos se tornaram muito mais flexíveis na concessão de empréstimos para a compra de veículos. Não é por esse motivo que o consumidor deve se endividar até o pescoço. Os prazos para o pagamento de empréstimos chegam a até 80 meses. No entanto, especialistas recomendam que nenhum bem seja pago durante um prazo maior que o de sua utilização média. O consumidor também deve sempre insistir que a loja lhe forneça o custo total de um empréstimo. Muitas vezes os juros que parecem baixos se tornam bastante salgados quando são incluídos outros encargos, como taxas de cadastro, seguro, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), serviço de despachante e registro no Detran. O custo total do empréstimo serve tanto para o comprador do veículo analisar se a prestação realmente caberá no seu bolso quanto para ele comparar a taxa cobrada por uma instituição com a oferecida pelas demais. Por último, o custo total é importante para mostrar as promessas que muitas montadoras e concessionárias fazem de vender veículos com juro zero nem sempre são verdadeiras. Especialistas também recomendam que os compradores economizem para dar a maior entrada possível no financiamento. Dessa forma, o gasto com juros será menor e ainda será possível ganhar algum dinheiro com a aplicação das economias no banco. Ao analisar se uma prestação cabe em seu bolso, lembre-se que um carro também tem gastos de manutenção, combustível, IPVA, licenciamento e seguro, entre outros. Rodar com um veículo custa por mês cerca de 3% de seu valor de mercado. Portanto, não é recomendável se endividar sem levar em conta a existência desses gastos.

7 - Descubra se o carro não é roubado. As concessionárias já realizam essa checagem e garantem a procedência dos veículos vendidos aos clientes. Ao comprar um veículo de pessoa física, no entanto, é necessário fazer uma vistoria. Cheque os número do chassi, dos vidros e da placa. Veja se são os mesmos que estão no documento. Verifique no site do Detran se a placa do carro é verdadeira e se não há pendências - como multas - a serem pagas. Analise também se o documento do veículo não é adulterado. Os verdadeiros possuem um alto-relevo em toda a sua volta. É importantíssimo que a vistoria seja feita com o documento original - e não por cópias enviadas por fax. Se alguém comprar um carro e, numa blitz policial, descobrir que ele foi furtado no passado, vai perder todo o dinheiro que desembolsou. Na dúvida, o mais recomendado é contratar empresas especializadas em vistorias de veículos, que podem realizar esse serviço por menos de 100 reais.

8 - Cheque se o veículo não foi danificado em uma colisão grave. Acidentes costumam causar avarias capazes de desvalorizar - e muito - o preço justo de um veículo. Mas também costumam deixar cicatrizes que alertam o comprador de que ele poderá ter problemas futuros. Para identificar a ocorrência de acidentes, faça uma vistoria na pintura com o carro seco e limpo. Ao observá-lo em algum lugar bem claro, de preferência durante do dia, será possível enxergar pequenas diferenças na pintura que denunciam acidentes no passado. Verifique se há simetria entre as portas, os parachoques e o teto. Ondulações, pequenos amassados na lataria ou diferenças nas quinas do capô são outras indicações de colisão. Dê "pancadinhas" com os dedos na lataria para verificar se o barulho é diferente em algum ponto - o que indicaria a colocação de massa plástica. O ideal é verificar se a própria estrutura do carro não foi avariada. Uma colisão severa costuma exigir reparos no monobloco. Nos casos mais graves, o Detran determina que seja grafada a palavra "sinistrado" no documento - o que nem sempre acontece. Se mesmo após a inspeção você tiver dúvidas sobre o passado do veículo, o ideal é contratar uma empresa especializada. No site www.checkauto.com.br , é possível saber se um carro foi furtado, se sofreu danos em algum acidente grave, se a contagem da quilometragem foi adulterada, se está alienado ao banco, se foi comprado de locadora ou se foi adquirido em leilão, entre outras informações. O serviço custa 25 reais por carro, mas costuma compensar. 

9 - Identifique carros danificados por enchente. O jeito mais fácil de detectar se um carro ficou alagado na enxurrada é pelo cheiro. Sachês que perfumam o interior do veículo costumam ser usados para disfarçar o odor. Mesmo após uma higienização, ainda é possível achar barro e impurezas depositadas em lugares pouco expostos. Verifique também o estado do estofamento dos bancos e do carpete. Se o tecido estiver estragado, desconfie. O carro pode ter sido vítima de enchente ou está com problemas de vedação.

10 - Analise o estado de conservação geral do veículo. Mesmo que não tenha passado por uma acidente grave ou por uma enchente, muitas vezes um veículo não está em bom estado por descuido do dono. A primeira coisa que deve ser observada é o manual do automóvel. Lá está registrado se o proprietário realizou todas as revisões indicadas pela montadora. Pode parecer um detalhe, mas isso é um sinal de quão cuidadoso o dono foi com o veículo. Procure também pontos de ferrugem em cantinhos e debaixo das guarnições ou do assoalho. Pode ser um sinal de problemas na vedação. Verifique se o carro tem extintor, macaco, triângulo, chave de rodas e estepe em condições de uso. Veja se há vazamento de óleo embaixo do carro, se há queima excessiva de óleo no motor ou se há presença de manchas escuras no escapamento. Verifique se o motor não é turbinado. A legislação brasileira não permite a adulteração de suspensão ou do motor. Se o carro demora para ligar, há folgas no motor. Para testar a suspensão, dê uma volta em terrenos de terra ou razoavelmente irregulares. Ruídos e estalos vão denunciar eventuais problemas. Outra forma de verificar o estado da suspensão é balançar o carro para baixo segurando pelo parachoque. Se, ao largá-lo, o veículo balançar duas ou mais vezes, o amortecedor está em más condições. Confira o estado dos pneus. Desgastes irregulares podem indicar problemas com a suspensão ou a falta de alinhamento das rodas. Já pneus carecas ou com mais de 60.000 quilômetros rodados precisarão ser substituídos porque trazem risco à segurança. Para verificar o estado dos freios, ouça se há ruídos metálicos no momento da utilização. Esse será um indício de que as pastilhas estão gastas. Para os compradores que não se sentem seguros com os resultados da própria vistoria, é recomendável levar o carro a um mecânico de confiança ou à oficina de uma empresa especializada.


Fonte: pedefigueira.com.br
Foto: Google

sexta-feira, 2 de março de 2012

Posto Dois Amores lança campanha de 4 anos



Posto Dois Amores lança hoje (02) a campanha que comemora o aniversário de 4 anos. Os clientes serão presenteados com dois notebooks e duas TVs de 32 polegadas no dia 23 de junho de 2012. Para participar do sorteio basta preencher os cupons e depositar na urna disponível no Posto.
A promoção de aniversário do Posto Dois Amores já é tradição na cidade de Picos (PI), sempre com prêmios essenciais para o dia-a-dia. Nessa campanha não será diferente, a cada R$ 10,00 em abastecimento os clientes ganham um cupom para concorrer a quatro presentes.
 
Há 4 anos o Posto Dois Amores inova promovendo sorteios para presentear os clientes durante todo o ano. Além da preocupação com o atendimento e qualidade no produto, a meta do Posto é acrescentar vantagens e prezar pela satisfação dos clientes.





Fonte: Raniel Canuto / ASCOM Posto Dois Amores

Carros que gastam menos combustível

Para ajudar na escolha de um carro que "bebe" menos combustível, o Agora selecionou modelos mais econômicos do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). 

A seleção de automóveis considerou o consumo urbano somente com gasolina, já que o preço do álcool está desvantajoso para donos de carros flex. 

O Fiat Uno Mille Fire Economy, 1.0, que faz 12,7 km/l, é o primeiro da lista dos mais econômicos. 

O carro é classificado como subcompacto (com até 6,5 m2). O Fiat Uno Economy Evo 1.4 é o segundo da lista, com 12,5 km/l. Em seguida vem outro carro da Fiat, o Vivace Evo, de duas e quatro portas. 

Considerado um carro subcompacto, esse modelo tem motor de 1.0, que faz 12,3 km/l. 

Participaram do programa do Inmetro neste ano Fiat, Ford, Honda, Kia, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagen, com 157 versões de 105 modelos de veículos.


Fonte:  Jéssica Consulim Roccella e Fernanda Brigatti / Jornal Agora

quinta-feira, 1 de março de 2012

Dez dicas para economizar combustível



Sempre que revelo quantos quilômetros percorro com cada litro de gasolina na minha moto outros motociclistas se espantam. “Mas como você faz isso? Impossível”. Não, não é. Em estradas, nas ruas, enfim rodando por aí, já notei muitos maus hábitos de pilotos que fazem suas motos gastar mais combustível. Pensando nisso, elaborei um guia simples para você economizar alguns trocados e, de quebra, contribuir para um menor consumo de combustível globalmente.

1 - Pilote de maneira inteligente
Procure pilotar no fluxo do trânsito. Se você sempre prestar atenção lá na frente não precisará acelerar e frear toda hora.

2 - Evite trocas de marchas desnecessárias

Se você sabe que há um semáforo no final da rua, talvez não seja necessário subir uma marcha para logo em seguida reduzir novamente.

3 - Acelere progressivamente

Muitos motociclistas acham que o acelerador funciona como um botão ON/OFF – ou está parado ou está acelerando tudo. Tente girar o acelerador mais suavemente, faça isso de forma progressiva. Evite ficar acelerando muito e brecando, acelerando e brecando.

4 - Mantenha os pneus calibrados

Pneus murchos têm maior área de contato com o solo, geram mais atrito e, consequentemente, fazem a moto gastar mais combustível. Siga as recomendações do fabricante da motocicleta, calibre os pneus da moto semanalmente e veja os quilômetros rodados por litro de gasolina aumentarem.

5 - Reduza o tempo de aquecimento

Muitos motociclistas têm a mania de ligar a moto enquanto vestem jaqueta, capacete, luvas... Mas se a sua moto tiver injeção eletrônica, provavelmente vai estar “pronta” para partir bem antes de você.

6 - Livre-se de tralhas

Você costuma carregar objetos constantemente? Se a resposta for não, convém desmontar baús, alforjes laterais e até mesmo bagageiro da moto. Remova a bagagem desnecessária ou as tranqueiras que você carrega todo dia na sua moto. Além de reduzir o peso, em alguns casos, melhora a aerodinâmica.

7 - Mantenha seu filtro de ar limpo

A alimentação de uma moto é feita de uma mistura ar-combustível, portanto sua companheira precisa “respirar” direito. Se você não sabe o que é ou onde fica o filtro de ar da sua moto, está na hora de descobrir.

8 - Faça a manutenção essencial

Substitua as velas, troque o óleo, filtro de ar e filtro de combustível. Leve sua moto a um mecânico de confiança e ajuste as válvulas periodicamente. Consulte o manual do proprietário para verificar a periodicidade do ajuste de válvulas.

9 - Não queira aparecer

Certamente sua moto vai consumir menos combustível quando você não estiver empinando, fazendo zerinho, ou chegando na faixa vermelha do conta-giros em todas as marchas.

10 - Não brigue com o vento

Em algumas estradas há muito vento contra – um fator que influencia bastante no consumo das motocicletas. Caso perceba que a sua moto parece estar rendendo menos, não tente acelerar ainda mais. Abaixe-se para reduzir o arrasto aerodinâmico ou relaxe e curta a viagem em uma velocidade menor.


Fonte: motos.icarros.com.br
Foto: Google