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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Verifique a quantidade de Álcool na Gasolina com esse simples teste

Verifique a quantidade de Álcool na Gasolina com esse simples teste

Muitos problemas que afetam o bom funcionamento do motor de seu carro estão relacionados com a qualidade do combustível usado por ele e na hora de fazer um diagnostico em um veiculo não se pode ignorar esta informação. Quem nunca ouviu esta frase “Meu carro estava ótimo, foi só abastecer naquele posto que ele começo a falhar”. A Gasolina adulterada pode causar inúmeros problemas no seu carro: falhas, baixo desempenho, consumo excessivo, queima da bomba de combustível, diminuição da vida útil do filtro de combustível, entupimento dos bicos injetores e até mesmo a quebra do motor.



São muitas as substancias usadas para “batizar gasolina” e entre elas esta incluso o álcool. No Brasil a Gasolina pode ter uma adição de álcool de no máximo 24% e um volume acima disto já é considerado adulteração. Para verificar se o teor de álcool não esta acima do normal existe um teste muito simples e que vamos explicar passo-a-passo para você:



1- Tenha em mãos um recipiente transparente e graduado com no mínimo 500ml, se for uma proveta a visualização fica melhor.

2- Coloque neste recipiente 100ml de gasolina retirados do tanque do carro a ser testado.

3- Adicione a esta gasolina 100ml de água.

4- Agite bem até que os líquidos se misturem.

5- Deixe o recipiente em repouso sobre um lugar plano e nivelado e aguarde que a gasolina se separe, até apresentar claramente dois fluidos de coloração diferente.

6-Após a separação dos líquidos, vai haver na parte de baixo uma mistura de álcool e água, meça o volume desta mistura e subtraia 100ml que representa a agua que foi adicionado inicialmente.

O que sobrar após a subtração da agua é a quantidade de álcool que foi adicionada na gasolina testada, lembrando que o valor correto deve ser aproximadamente 24ml, ou seja, 24% dos 100ml de gasolina retirados do tanque.

Lembrando que este teste funciona quando a desconfiança de que a adulteração foi feita com álcool, pois existem adulterações mais difíceis de serem detectadas feitas com a adição de solventes, para estes caso os testes realizados são mais sofisticados e geralmente realizados em laboratórios especializados.


Fonte: motorzone.com.br

terça-feira, 10 de abril de 2012

Motor Desregulado

A manutenção do motor do carro requer cuidados periódicos, além dos reparos necessários, que devem ser efetuados rapidamente, sempre que o motor apresentar qualquer defeito. Um problema simples, como o motor desregulado, se não for resolvido logo, pode causar um problema muito maior e com um custo também muito maior.

Motor Desregulado
Motor Desregulado

É fácil perceber quando o motor do carro está desregulado e isso pode acontecer por vários motivos. Contudo, a causa mais comum ainda é o combustível adulterado, que força o trabalho do motor, pois há a queima desequilibrada de oxigênio e combustível na combustão, alterando todo o funcionamento do motor.

Um veículo com o motor desregulado pode consumir até 60% mais combustível que quando devidamente regulado. Além disso, o desgaste das peças do motor é muito maior porque elas trabalham de forma inadequada. Assim, leve seu carro ao mecânico sempre que perceber qualquer sintoma de que o motor esteja desregulado, além de fazer uma revisão a cada 30 mil km rodados ou anualmente. Nesses casos, prevenir é muito mais econômico e seguro.


Fonte: dicasautomotivas.net

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Saiba algumas dicas para dirigir com segurança


Para ser um bom motorista, não basta ter domínio técnico do carro e conhecer as leis de trânsito. É preciso também se antecipar aos problemas que podem acontecer, dirigir com prudência, sabiamente. Acima de tudo, é importante agir com bom senso. Consciência e bom humor no trânsito

O primeiro passo para dirigir com segurança é estar consciente e não se deixar envolver pelas angústias do trânsito. Seja paciente e tente encarar com bom humor as situações difíceis. Lembre-se de que a rua é pública, e a circulação é regida pelas leis de trânsito. Dirija com atenção e cortesia, como você gostaria que os outros motoristas se comportassem com você. Prefira ceder a dirigir de forma competitiva – quem sai ganhando com isso é a sua própria segurança.

Controle da velocidade: Altas velocidades são uma das maiores causas de acidentes, já que o motorista não tem tempo de reagir a acontecimentos imprevisíveis. Além disso, quem anda rápido demais está infringindo o Código de Trânsito. A velocidade máxima permitida é indicada em cada via, através de placas. Quando não houver sinalização, você pode seguir a seguinte regra:

  Na cidade:
         - 80 km/h nas vias de trânsito rápido
         - 60 km/h nas via arteriais
         - 40 km/h nas vias coletora
         - 30 km/h nas vias locais

 Nas rodovias:
         - 110 km/h para automóveis e camionetas
         - 90 km/h para ônibus e microônibus
         - 80 km/h para os demais veículos

Mas lembre-se
Nem sempre a velocidade ideal é a máxima permitida para a via. Use o seu bom senso e tente manter uma velocidade adequada às condições do veículo, da pista e do clima. Evite também dirigir em velocidade excessivamente baixa, que pode congestionar o tráfego. Evite freadas bruscas, a não ser em casos de emergência. Reduza a velocidade sempre que se aproximar de um cruzamento ou em áreas de perímetro urbano nas rodovias. Ao desacelerar, sinalize com antecedência e verifique a velocidade dos carros que vêm atrás.

Cuidado com o pedestre
É dificil prever o comportamento do pedestre, por isso, é importante que você tenha muita atenção. Lembre-se de reduzir a velocidade em áreas próximas a escolas, centros urbanos movimentados e cruzamentos. Muitos pedestres que não dirigem não têm consciência da distância de frenagem, por isso ande devagar e atento. Idosos e deficientes físicos merecem cuidado especial, porque caminham mais lentamente. Crianças brincando costumam atravessar a pista correndo e sem olhar para os carros. Também tenha cuidado com pedestres embriagados, sujeitos a atropelos. Reduza a velocidade ao se aproximar de uma faixa de pedestres e, se houver alguém querendo atravessar, dê preferência, só se movimentando quando a pista estiver livre. Ao desacelerar, não esqueça de olhar para os carros que vêm atrás.

Atenção com animais na pista
Em áreas rurais, é preciso ter muita atenção com o aparecimento de animais na pista. Essa é uma das grandes causas de acidentes em rodovias, especialmente à noite. Ao ver um animal no caminho, reduza a velocidade e tenha cuidado para que ele não se assuste e corra em direção ao veículo. Só retome a velocidade normal quando ultrapassar o lugar onde o animal está.

Cinto de Segurança no banco de trás
O uso do cinto de segurança no banco da frente já se tornou comum, graças à obrigatoriedade legal. Mas também é importante proteger quem vai no banco de trás. Lembre-se de que o cinto de segurança evita que o passageiro seja lançado para fora do carro, situação em que as chances de morte são cinco vezes maiores. Em caso de colisão frontal, o cinto do banco de trás também evita que o passageiro seja projetado para a frente do carro, provocando um impacto muito maior do que o próprio peso. Um homem de 70 kg pode provocar um impacto correspondente a uma tonelada, a depender a velocidade. Por isso, é importante que todos disponham do cinto de segurança.

Obs: Lembre-se de que crianças até dez anos só podem ficar no banco de trás. Ajuste o cinto para o tamanho delas, para que fique confortável. Para crianças até três anos, existem assentos especiais.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Vai viajar? Faça um check-up no carro!



O feriado chegou, a viagem está programada, as malas arrumadas e… não esqueça de um item muito importante: fazer um check-up no automóvel antes de pegar a estrada. Muitos acidentes acontecem por falta de manutenção nos veículos, por isso é necessário que os motoristas façam uma revisão antes de viajar, a fim de garantir a sua segurança e dos demais passageiros. Veja algumas dicas:

- Cheque se os pneus e o estepe estão calibrados e se o carro está alinhado e balanceado;

- Teste o funcionamento dos freios e também dos faróis e lanternas;

- Verifique os níveis da água no radiador e de óleo no motor. Lembre-se de que o óleo e o filtro devem ser trocados de acordo com a recomendação do fabricante;

- Certifique-se de que o extintor de incêndio está na validade e que o triângulo de sinalização e as ferramentas necessárias para troca de pneus estão no carro;

- Confira os cintos de segurança (deixe livre para uso o cinto do banco traseiro também) e verifique se não há nenhum barulho anormal no veículo.

Viajar com segurança deve ser sempre prioridade! Boa viagem e bom feriado!


Fonte: viverseguronotransito.com.br
Foto: Google

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Saiba como manter seu capacete sempre limpo para evitar doenças

Capacete acumula material orgânico e é foco de bactérias (Foto: Rafael Miotto/ G1)
Capacete acumula material orgânico e
é foco de bactérias (Foto: Rafael Miotto/ G1)

Com a chegada do verão, que começa oficialmente nesta quinta-feira (22), e o aumento da temperatura, andar de moto pode não ser uma tarefa fácil, sobretudo nos grandes centros urbanos. O calor provoca o excesso de suor nos usuários de capacetes e isto exige maior cuidado com a higiene do acessório de segurança. “Suor e material orgânico, como a escamação da pele, facilitam o crescimento de organismos no capacete”, explica o infectologista e clínico geral da Universidade de São Paulo (Unifesp) e motociclista Paulo Olzon Monteiro da Silva.

“A má higiene do capacete pode servir de fonte de contágio para doenças respiratórias e da pele, como micoses. O ideal é mantê-lo limpo e não compartilhar com outras pessoas”, explica.

Contudo, manter o capacete limpo não é algo simples e alguns cuidados devem ser tomados para que ele não estrague. “O Ideal é utilizar detergente neutro, para não danificar os tecidos e outros materiais”, aconselha o gerente de vendas da Taurus capacetes, Gianfranco Ugo Milani. Atualmente, a maioria desses equipamentos conta com o forro interno removível, o que facilita a limpeza.

O indicado por infectologistas e fabricantes do acessório é lavá-lo ao menos uma vez por semana. Se o uso for diário, isso pode ser feito como maior frequência, como faz o vendedor Eduardo Marques Fontes.

O motoboy André da Silva só limpa o capacete quando a esposa o obriga (Foto: Rafael Miotto/ G1)
O motoboy André da Silva só limpa o capacete quando a esposa o obriga (Foto: Rafael Miotto/ G1)

“Lavo a forração interna duas vezes por semana e também faço o polimento da lente e do casco”, diz Fontes, que utiliza moto todos os dias para ir ao trabalho. Dono de sete capacetes, o vendedor mantém apenas dois em uso, pois os outros já não estão mais apropriados: as fabricantes indicam de 3 a 5 anos de uso para cada capacete, pois, com o tempo, vão perdendo as características de proteção. “Gosto de guardá-los, pois realmente tenho um carinho especial por eles”, acrescenta o vendedor.

O indicado é utilizar o capacete de 3 a 5 anos, pois depois perde suas propriedades (Foto: Rafael Miotto/ G1)
O indicado é utilizar o capacete de 3 a 5 anos,
pois depois perde suas
propriedades (Foto: Rafael Miotto/ G1)
O conselho de não compartilhar capacetes é seguido à risca pelo trabalhador autônomo Charles Silva. Ele utiliza a moto diariamente, tanto para transporte próprio, quanto para levar esposa e filhos aos compromissos. “Lá em casa cada um tem o seu capacete. Minha esposa tem um e dois de meus filhos, que já têm idade para andar na garupa, também possuem seus próprios capacetes”, explica.

Nem todos têm tanto cuidado. “Vou ser bem sincero, eu sou relaxado mesmo. Só limpo quando minha mulher me obriga”, afirma André da Silva. “Só de vez em quando passo uma escova com água e sabão”.

Como fazer a limpeza

Se a forração for removível, tudo é mais simples. Basta "destacar" cuidadosamente o forro — como mostra a imagem abaixo — e fazer a limpeza com detergente neutro. Caso utilize a lavadora de roupas, a recomendação dos especialistas é utilizar a opção "roupa delicada".

Capacetes com o forro removível facilitam a limpeza (Foto: Rafael Miotto/ G1)
Capacetes com o forro removível facilitam a limpeza (Foto: Rafael Miotto/ G1)

No caso de capacetes sem forração removível, o indicado é utilizar um pano úmido com detergente neutro e passá-lo nas partes internas, depois deixar secar na sombra. “Se você deixar secá-lo no sol, a alta temperatura pode danificar os materiais internos do capacete e, por consequência, fazê-lo perder suas propriedades de proteção”, ensina Milani.

O ideal é lavar a forração com detergente neutro para não danificar o material. Caso utilize a lavadora escolha a opçaõ roupa delicada (Foto: Rafael Miotto/ G1)
O ideal é lavar a forração com detergente neutro para não danificar o material. Caso utilize a lavadora escolha a opção roupa delicada (Foto: Rafael Miotto/ G1)

Caso o usuário não possa lavar o capacete, a dica é sempre deixar arejado. “O ar e o calor são fatais para os vírus”, acrescenta o infectologista Olzon. Também é recomendável tomar cuidado com os locais onde irá apoiar sua base, pois mesas, bancos e o chão são fontes de bactérias. O ideal é apoiar o capacete com a abertura voltada para o lado ou para cima, nunca para baixo.

A parte externa do capacete deve ser tratada como a lataria de um carro e o polimento da viseira e do casco pode ser feito com cera. Sobre a imersão do capacete na água, não é muito indicada, pois pode danificar partes metálicas e o líquido pode atingir pontos de difícil secagem.

Confira dicas para deixar seu capacete limpo
- Fazer a limpeza do forro interno ao menos uma vez por semana
- Utilizar detergente neutro para não danificar o capacete
- Não compartilhar o capacete com outras pessoas
- No caso de usar o capacete de outra pessoa, como o de mototáxis, utilizar uma toca protetora
- Sempre deixá-lo em locais arejados, evitando umidade
- Evitar apoiar a base do capacete em possíveis focos de bactérias, como chão, bancos e mesas
Para sua segurança é importante:
- Manter o capacete sempre bem afivelado
- Andar com a viseira fechada
- Trocar de capacete em períodos de 3 a 5 anos
- Em caso de choque, o capacete deve ser trocado pois perderá suas propriedades de proteção
 
Jaquetas 'furadinhas' são solução para o calor
 

Além de utilizar o capacete, que é item obrigatório aos motociclistas, os especialistas indicam equipamentos de proteção, como botas, calças, jaquetas e luvas, para evitar lesões mais sérias em caso de acidente. "Partes do corpo como mãos, cotovelos, joelhos e ombros têm pouco tecido e, em caso de queda, a fricção com o chão irá esfolar a pele, romper tendões e chegar até o osso. Isso pode gerar uma infecção", explica o diretor Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Dirceu Rodrigues Alves.

"O ideal é usar equipamentos de couro com alcochoamento nas extremidades", acrescenta. Contudo, para uso urbano e rotineiro, o macacão de couro se torna praticamente inviável para um país com médias de temperaturas como o Brasil, sem falar no preço pouco acessível — custam mais de R$ 2 mil. Neste caso, existem soluções de materias sintéticos. As chamadas jaquetas furadinhas partem de R$ 250 e permitem que o ar chegue ao corpo do motociclista. Com proteções nos ombros, cotovelos e colunas, faz com que o motociclista não sofra esfoliações em quedas a velocidades medianas.


Antônio de Oliveira com uma de suas jaquetas "furadinhas" para o verão (Foto: Arquivo pessoal)
Antônio de Oliveira com uma de suas jaquetas
"furadinhas" para o verão (Foto: Arquivo pessoal)

"A maioria dos produtos é feita para o mercado europeu, com clima mais ameno que o do Brasil. Assim, desenvolvi esta jaqueta de poliéster, que apresenta 'furinhos' para a entrada de ar. Ela é menos resistente que uma jaqueta tradicional, mas está adequada ao uso urbano, que é a sua proposta", acrescenta Ronaldo Guimãraes, diretor-proprietário da HLX, marca brasileira produtora de acessórios para motociclistas.

A importância de utilizar equipamentos de segurança foi verificada na prática pelo advogado e motociclista Antônio Marcelo de Oliveira. "Comecei a utilizar equipamentos depois que caí pela primeira vez. As primeiras jaquetas eram muito quentes e, com o tempo, foram melhorando. Agora, possuo três modelos ventilados, com tecido em forma de tela, que são mais confortáveis e também protegem", afirma Oliveira.


Fonte: Rafael Miotto / G1

terça-feira, 3 de abril de 2012

Veja dicas para a bateria do carro durar mais

Muitos motoristas desconhecem que a bateria dos carros também requer cuidados especiais.

Constituída basicamente de placas de chumbo (positivas e negativas) e solução de ácido sulfúrico (eletrólito), que ficam alojados dentro de uma caixa plástica, a bateria nada mais é que uma fonte acumulativa de energia.

Bateria (Foto: Fernando Garcia) 
Antes de instalar novos acessórios, deve-se verificar a capacidade máxima da bateria (Foto: Fernando Garcia)

Para isso, especialistas apontam para os cuidados com acessórios eletrônicos como rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos e eletrônicos que nunca ficam desligados – como a central de injeção – e são aparelhos que possuem a chamada corrente de stand by.

Luzes (Foto: Fernando Garcia) 
Luz interna acesa também contribui para descarga
da bateria (Foto: Fernando Garcia)
 
“Ela puxa energia da bateria quando o veículo está desligado. Esta descarga também pode ser provocada quando se deixa a iluminação interna acesa sem interrupção”, explica o gerente de produto da Baterias Moura, Antonio Júnior.

O rádio e o alarme, por exemplo, dependendo dos tipos que são instalados no carro, podem acarretar uma descarga na bateria de apenas um dia se estiverem funcionando com o motor desligado, de acordo com Júnior. “Utilizar peças originais é a principal dica para que a corrente stand by não descarregue o acumulador”, alerta Júnior. Por isso, o especialista alerta para verificar a capacidade máxima da bateria e do alternador antes de instalar novos acessórios. “Sistemas de som potentes, por exemplo, consomem mais energia e, pode ser preciso optar por peças que tenham maior capacidade”.
 
Carros parados também consomem energia da bateria

Mas para aqueles que usam o carro esporadicamente ou então precisam “hiberná-lo” por um tempo prolongado, a recomendação é desligar os terminais dos cabos das baterias, a fim de evitar a descarga precoce da bateria.

“Carros parados também consomem energia da bateria. Neste caso, se o veículo for ficar inutilizado por mais de 20 ou 30 dias, caso não seja possível deixá-lo com alguém para o seu funcionamento, o correto é desligar o cabo do terminal positivo, a fim de evitar a redução da vida útil da bateria. Desta forma, evita-se qualquer risco de curto-circuito”, recomenda o professor do curso de Engenharia Mecânica Automobilística do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Edson Esteves.

Além deste cuidado, Esteves orienta também para manter sempre as capas protetoras - geralmente feitas de borracha ou plásticos - nos terminais. "Outro cuidado importante é manter as capinhas de proteção (plásticas) em cima dos terminais (positivo e negativo) da bateria, que evitam o risco de curto-circuito pelo contato de objetos metálicos", explica o professor.

Segundo os especialistas, a durabilidade de uma bateria, em média, é de 2 a 3 anos, mas pode cair pela metade se o dono não tiver os devidos cuidados como, por exemplo, deixar as luzes ou acessórios ligados quando o motor estiver desligado. Outra dica importante é não dar a partida no veículo com o farol ligado, o que também puxa carga da bateria, diminuindo sua vida útil.

“Mesmo no caso de carros mais sofisticados, com sistema de acendimento automático, aconselho a desligá-lo antes de dar a partida. Desta forma, as chances de a bateria durar mais serão maiores”, aponta o proprietário do Auto Elétrico Kaneto, Marcio Kaneto.

Frente (Foto: Fernando Garcia) 
Frente do rádio também deve ser removida para
evitar desgaste da bateria (Foto: Fernando Garcia)
 
No caso dos rádios, uma dica simples que também ajuda a evitar o desgaste é retirar a frente destacável (para os modelos que a possuem) do aparelho sempre que sair do veículo. “Essa parte já consome stand by e conforme o tipo do rádio pode chegar até a 800mA, o que descarregaria uma bateria convencional em poucas horas”, afirma o gerente Antônio Júnior.

De acordo com o consultor da ADK Automotive, Paulo Roberto Garbossa, para o caso das baterias arriadas, há alguns sistemas de rádio que necessitam de codificação para voltar a funcionar e as concessionárias cobram caro pelo serviço. Por isso a consulta ao manual do proprietário é primordial. “Antes de iniciar qualquer serviço como “chupeta” (ligação direta entre bateria arriada e uma auxiliar), leia antes o manual do veículo. Isso porque, em alguns casos, pode se causar um dano significativo no sistema elétrico do veículo, além de ter um gasto extra”, orienta Garbossa.

Segundo Marcio, da Auto Elétrico Kaneto, os cabos auxiliares vendidos em supermercados para fazer a ligação direta entre as baterias nem sempre são confiáveis, dependendo do estado da bateria. “Tivemos um cliente que processou uma fabricante de cabos auxiliares, pois ao fazer a chupeta no seu Mercedes-Benz SLK o acessório não aguentou a carga e acabou derretendo não só o isolamento, mas também o revestimento do banco - lembrando que nestes carros a bateria é alojada atrás dos assentos”, relata.

Prevenção da bateria depende de outros componentes

Para Kaneto, o ideal é chamar um mecânico de confiança, pois o profissional possui equipamentos próprios para fazer medição da carga da bateria, como scanner ou voltímetro.

Alternador (Foto: Fernando Garcia) 
Alternador em ordem também ajuda a manter a
durabilidade da bateria (Foto: Fernando Garcia)

Através destas ferramentas, o técnico avaliará se o problema está realmente na bateria ou no alternador, componente responsável por transformar a energia mecânica em elétrica, através da corrente alternada induzida por campo magnético. “Nunca é demais levar o automóvel para fazer uma verificação no sistema do alternador, a cada seis meses, em uma oficina especializada. É ele o responsável por fornecer a corrente necessária aos acessórios elétricos e manter a carga da bateria em ordem”, explica.


Fonte: Auto Esporte

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Manutenção preventiva

Manutenção

A manutenção preventiva do veículo pode evitar desgaste prematuro das peças e gerar economia no custo do reparo em até 30%, bem como reduz a emissão de poluentes. A revisão de férias em uma oficina de confiança é a melhor forma de garantir uma viagem tranquila.

Para garantir o bom funcionamento do veículo, o programa Carro 100% / Caminhão 100% / Moto 100% que visa conscientizar motoristas sobre a importância de cuidar do veículo preventivamente recomenda a checagem dos seguintes itens:

- Correia dentada que deve ser trocada conforme indicação do manual do fabricante do veículo. Essa peça é fundamental para garantir o funcionamento do motor.

- Filtros de ar, óleo e de combustível devem ser checados regularmente.

- Velas e cabos sofrem desgaste com o uso e podem comprometer o desempenho do motor.

- Amortecedor: item de segurança que garante a estabilidade do veículo em curvas deve ser trocado quando apresentar sinais de desgaste.

- Bateria: fazer a checagem para evitar panes inesperadas.

- Palhetas do parabrisa: quando a borracha resseca pode riscar o vidro e dificulta a visibilidade do motorista em caso de chuva.

É importante que o motorista faça a revisão em um mecânico de sua confiança que já conhece o veículo e quais são as condições que o mesmo enfrenta.

Veículos que trafegam maior parte do tempo em grandes centros urbanos em baixa velocidade apresentam maior desgaste em peças como embreagem, freios e sistema de arrefecimento. Por outro lado, os veículos que circulam grande parte do tempo em rodovias e percorrem longas distâncias sofrem maior desgaste em outras peças (correia dentada, suspensão e pneus).


Fonte: GMA