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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Presidente da Petrobras descarta novo reajuste de combustível em 2013




Em entrevista ao jornal gaúcho Zero Hora, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, descartou um novo aumento para o diesel e a gasolina neste ano. "Olhando hoje para o quadro do barril de óleo tipo Brent e para a taxa de apreciação do real, para o câmbio, não há previsão de aumento de combustível", afirmou a executiva. Graça lembrou que o diesel já teve quatro reajustes nos últimos anos, que somaram 21,4%, e a gasolina, dois aumentos na refinaria, de 14,9% ao todo. O barril de petróleo Brent para entrega em maio fechou na sexta-feira em baixa 1,11% no mercado de futuros de Londres, a 103,11 dólares, enquanto o dólar encerrou a semana cotado a 1,970 real, queda de 0,35% ante quinta-feira.

Questionada sobre a possibilidade de a estatal socorrer o grupo de Eike Batista, a EBX, Graça disse que, desde setembro, vem discutindo "projeto a projeto" com o empresário, entre eles a construção do porto do Açu, no Rio de Janeiro. "O grupo X (de Eike) tem uma infraestrutura muito grande e estamos trabalhando projeto a projeto com eles. O grupo tem, junto com a Mendes Júnior, outros dois contratos para plataformas. Tem navios que ganharam licitações e outros assuntos que estamos discutindo. Mas tudo será alvo de licitação", explicou.

Somente neste ano, a Petrobras já ajustou duas vezes o preço do óleo diesel (primeiro em 5,4% e segundo em mais 5%) e uma vez o da gasolina (em 6,6%), buscando alinhar-se aos valores praticados no mercado internacional e reduzir os prejuízos verificados em sua divisão de abastecimento.

"Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo", afirmou a petrolífera em comunicado na época do segundo reajuste de óleo diesel, no início de março.



Fonte: veja.abril.com.br

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Combustível ruim é inimigo nº 1 do catalisador



O catalisador, importante componente do sistema de escapamento do veículo, é uma espécie de "filtro". Ele reduz o efeito nocivo de vários gases gerados pela queima do combustível no motor por meio de reações químicas ativadas por metais presentes em seu núcleo, como ródio, platina e paládio. Em caso de defeito, não é possível reparar a peça. Ela deve ser trocada.

Apesar de não necessitar de manutenção periódica, o catalisador pode apresentar problemas caso não sejam tomados alguns cuidados simples. Seu principal inimigo é o combustível adulterado.

Troca - Ao encontrar defeitos no catalisador, única alternativa é trocar a peça. Preço varia de acordo com o modelo "A peça original do carro dura mais de 80 mil quilômetros. Mas combustível ruim pode queimar o óleo e estragar o catalisador", diz o mecânico Rodrigo Cantarelli Previatti.

Ele afirma que o carro não pode ficar sem o catalisador, porque isso pode interferir na leitura do sistema de injeção eletrônica. "Entretanto, muitas pessoas, quando pesquisam o preço da peça, não querem fazer a troca e pedem para que o mecânico fure o catalisador ou retire a peça", explica Previatti.

Ele afirma que um catalisador pode custar entre R$ 300 e R$ 450, mas o preço varia de acordo com o modelo do automóvel.


Perda de eficiência

Defeitos são difíceis de notar. "O consumo de combustível acima do normal, o barulho e o mal cheiro são alguns sinais de que o catalisador está com problemas", diz o mecânico.

Impactos fortes podem romper a parte cerâmica. Nesse caso, surge um ruído similar ao de um chocalho.  Os efeitos são a liberação de gases nocivos ao homem, como o monóxido de carbono (CO).

Além do combustível adulterado, a falta de manutenção de velas, filtros e sonda lambda (sensor que controla a mistura entre o ar e a gasolina e está localizado entre o tubo de escape e o catalisador) pode reduzir o tempo de vida deste componente.

Para o conselheiro da Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil) Francisco Satkunas, o aspecto mais grave da perda de eficiência da peça é ambiental. "Se não forem filtrados, os gases afetam a saúde e o poluem o meio ambiente".


Fonte: maringa.odiario.com

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cuidados na escolha do posto de combustível



As placas e banners que anunciam preços baixos são as principais ferramentas para os postos de combustível atraírem a sua atenção (e o seu dinheiro). Mas é preciso ficar atento para não ser seduzido pelos valores e esquecer a qualidade. Alguns cuidados básicos evitam dores de cabeça.

Os combustíveis adulterados recebem, normalmente, água ou solventes - produtos que corroem as partes internas do motor. Além disso, a queima do combustível adulterado não acontece de forma adequada. Você já sentiu o carro “engasgar” ou escutou o motor “bater pino” depois de ter enchido o tanque? Se a resposta for sim, você pode ter comprado gato por lebre.

A adulteração de combustíveis sempre existiu. Mas foi intensificada com o fim do tabelamento de preços e a abertura de novos postos e novas distribuidoras. Hoje, existem aproximadamente 35.500 estabelecimentos em todo o país - e  o que deveria ser uma vantagem para o consumidor, passou a representar perigo. É que para ganhar no preço, muitos passaram a misturar água e solventes nos combustíveis ou mesmo sonegar imposto. Esta é uma explicação para as diferenças de preços encontradas em alguns postos.

De olho nos postos

Vem daí a primeira recomendação para que os consumidores se previnam contra algumas facilidades. Preços muito baixos ou prazos muito longos para pagamento podem indicar que o combustível vendido não tem "pedigree".

Nos últimos anos, as companhias distribuidoras mais tradicionais criaram programas de qualidade para diferenciar seus produtos e realizam muitas promoções com os postos de suas bandeiras. Além disso, investem muito dinheiro na padronização dos pontos-de-venda, para que o consumidor tenha uma identificação visual imediata.

Por esta mesma razão é que existem os chamados postos “clones” ou “camaleões”. Os “clones” são aqueles cuja bandeira (marca da distribuidora) se parece com a de uma grande companhia; com as mesmas cores e demais elementos visuais. Já os “camaleões” não têm qualquer marca, mas trazem as mesmas cores de uma grande distribuidora. Começa aí a artimanha, pois quando procura um posto para abastecer o veículo, o consumidor se preocupa, antes de tudo, com o trânsito. “Ele tem que reduzir a velocidade, sinalizar sua entrada no local, consultar o retrovisor, trocar de marcha, etc”, explica César Guimarães, Gerente de Informações Setoriais do Sindicom (o Sindicato das Distribuidoras).

É lógico que o fato de o posto revender produtos de uma marca menos conhecida não significa que comercializa produtos adulterados ou sonega imposto. Por isso é preciso ter alguns cuidados. Geralmente, as companhias investem na padronização visual, que vai desde as placas de sinalização até o uniforme dos frentistas. As companhias também realizam constantemente campanhas promocionais. Logo, a existência de cartazes e outros materiais anunciando esses eventos, apontam para um relacionamento estreito entre o posto e a distribuidora.

Os postos são obrigados a informar claramente de qual distribuidora compram o combustível que revendem. E devem manter à disposição dos clientes densímetros (para medir a qualidade do produto) e balde (aferidor volumétrico para medir a quantidade que sai da bomba). Aliás, as bombas devem estar sempre limpas e ter o selo de certificação do Inmetro.

Abastecer no mesmo posto e pedir sempre a nota fiscal, também são ferramentas úteis para ajudar no controle da qualidade dos combustíveis. Nestas situações, fica mais fácil identificar, através do comportamento do veículo, se o posto está vendendo produtos adulterados.

A fiscalização

O controle da qualidade dos combustíveis vendidos e das demais obrigações legais por parte dos postos de combustíveis é da ANP – Agência Nacional do Petróleo, cujos dados para contato devem estar sempre visíveis para o consumidor.
São apenas 81 agentes responsáveis por fiscalizar mais de 35.500 postos em todo o Brasil, ou seja, mais de 430 estabelecimentos para cada um. Eles definem os locais a serem visitados através de monitoramento da qualidade, além das denúncias de consumidores ou órgãos como o Procon.

De acordo com os dados do site da ANP, somente em janeiro deste ano foram realizadas 3.969 ações de fiscalização, que resultaram em 161 interdições, 832 infrações e 174 autuações por problemas com a qualidade dos combustíveis.

Em 2006, foram 24.117 visitas dos fiscais, 985 interdições, 6.066 multas e 1.433 autuações por qualidade. Os números são ainda mais impressionantes se contabilizarmos as ações desde 1999: 152.958 fiscalizações, 7.608 interdições, 46.559 infrações e 9.973 autuações por qualidade.

Esses números apontam para uma ligeira redução nas irregularidades verificadas, mas, devem ser analisados com cautela. É que as estatísticas da Agência mostram apenas os resultados das ações efetivamente realizadas pelos fiscais.


Imagem: Google

terça-feira, 2 de abril de 2013

PRF divulga resultado da Operação Semana Santa nas rodovias do Piauí



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou nesta segunda-feira (1º) o resultado da Operação Semana Santa. Ao fim do feriadão, a PRF registrou 36 acidentes, com 19 feridos e apenas uma morte. Os números mostram uma redução nas ocorrências em relação ao mesmo período do ano passado, quando ocorreram 35 acidentes, 26 feridos e duas mortes.

A fiscalização com base na Lei Seca conseguiu flagrar 22 motoristas que dirigiam sob efeito de álcool, dos quais 12 foram presos e encaminhados à delegacias para as medidas legais. De acordo com a PRF, foram registradas 1.580 infrações, dessas 1.005 foram por excesso de velocidade.

Segundo o Inspetor da PRF Raimundo Rameiro, muitos motoristas foram multados por usarem indevidamente o acostamento para fazer ultrapassagens. “Isso ocorreu por conta dos longos engarrafamentos registrados nas BR 343 e 316. No Piauí, os condutores não estão acostumados com o trânsito lento e comentem essa infração”, explica o inspetor.


Fonte:G1/PI
Imagem: Google

Petrobras prevê investir R$92 bi em 2013, diz Graça Foster



A Petrobras pretende investir 92 bilhões de reais neste ano, um incremento de quase 10 por cento em relação ao ano passado, informou nesta segunda-feira a presidente da estatal, Maria das Graças Foster.
No ano passado, a empresa investiu cerca de 84 bilhões de reais, e o plano de negócios 2013-2017 aponta para investimentos de 236,7 bilhões de dólares.

"Nós investimos 84 bilhões de reais no ano passado. Uma empresa que investe isso tudo, sua presidente e seus diretores não dormem direito", disse ela em evento da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

"A nossa proposta para este ano é de 92 bilhões de reais", completou.

Em seu discurso de uma hora e meia, Graça Foster previu que o "negócio petróleo" tem vida longa no mundo e deve durar mais 50 a 60 anos, dada a oferta do óleo, descobertas, demanda e elevado nível de investimentos.

Sobre a queda nos papéis da empresa nos últimos meses na Bolsa de Valores, a presidente da Petrobras revelou que sua expectativa é que à medida que a produção volte a crescer, as ações apresentem uma recuperação de preço.

A previsão da empresa para este ano é de uma produção perto de 2 milhões de barris em média por dia, com margem de erro de 2 por cento para cima ou para baixo.

"À medida que a produção aumentar, as nossas ações aumentarão de maneira ainda maior. Trabalhando muito e com muito foco, a Petrobras vai ocupar seu patamar justo tanto para empresa quanto para acionistas", finalizou ela.


Fonte: g1.globo.com

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Cuidados com o veículo após a viagem




Os cuidados não devem se concentrar apenas antes da viagem. Depois de grandes distâncias trafegadas, desgastes podem afetar o carro e trazer avarias ao veículo. Por isso, é importante dar uma olhada em algumas peças e componentes após o feriado, alerta André Vieira, engenheiro e especialista em segurança automotiva.
 
As irregularidades das vias e autopistas podem prejudicar a condição dos pneus, das rodas e da suspensão do carro. Por isso, após uma viagem é importante checar o estado dos amortecedores, molas, bandejas e sistema de direção (alinhamento).
 
A estrutura do escapamento também deve ser verificada, pois pode sofrer danos ao se chocar com pedras e buracos. Vale averiguar as condições do catalisador, já que danos a essa parte podem ocorrer sem que o motorista perceba. “Quebrado, causa o aumento da emissão de poluentes, que além de prejudicar a atmosfera, levam à reprovação na inspeção ambiental”.
 
Vale, novamente, certificar-se de que os freios não sofreram grande desgaste, sobretudo para veículos que transitaram por regiões de serra e montanhas, que exigem mais das pastilhas.
 
“Verificar tudo o que está fora do lugar antes e após longas viagens é uma atitude que aumenta a segurança do motorista e dos passageiros”, diz. “O diagnóstico preventivo evita gastos de manutenção e pode salvar vidas, especialmente em estradas com grande fluxo de carros. Um pequeno dano pode rapidamente se transformar em um grande problema, muito mais caro de ser resolvido”, conclui o especialista.


Fonte: segs.com.br

Senado aprova projeto que obriga posto de combustível a divulgar preços na internet


Para o autor do projeto, senador Ivo Cassol (PP-RO), a publicação ajuda o motorista a comparar preços e comprar o produto mais barato (Marcelo Camargo / ABr)

A Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal aprovou substitutivo à proposta que obriga os postos a informar os preços atualizados dos combustíveis na página da Agência Nacional do Petróleo (ANP) na internet. O projeto, aprovado na comissão na semana passada, segue para a Câmara dos Deputados.

Se aprovado, a ANP terá 12 meses para começar a publicar os preços dos produtos no site. O prazo foi alterado para que a agência reguladora "tenha tempo para implementar a nova sistemática".
Para o autor do projeto, senador  Ivo Cassol (PP-RO),  a publicação ajuda o motorista a comparar preços e comprar o produto mais barato, além de ser "útil também para a própria orientação da política energética no país". 

O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que apresentou substitutivo aprovado pela comissão, ressaltou também como a divulgação será importante para o consumidor.  "Hoje você tem quase que uma fidelidade no abastecimento em alguns postos, porque não há acesso ao que está sendo praticado pelos demais".

Edição: Carolina Pimentel


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