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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Motos: saiba quais cuidados tomar na hora de comprar o veículo

As motocicletas caíram no gosto de muitos consumidores, não só por garantir maior agilidade em meio ao trânsito caótico da cidade, mas também pelo preço e custos de manutenção.

Em primeiro lugar, a pessoa que decide comprar uma moto deve ter a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) na categoria A, exigida para quem vai conduzir a motocicleta.

O processo para a conquista da habilitação é parecido com o realizado pelos condutores de automóveis. É preciso fazer o CFC (Curso de Formação de Condutores), exame médico e psicotécnico, aulas práticas e a prova final.

O valor investido no curso pode variar entre os estados brasileiros. Em São Paulo, por exemplo, o custo passa dos R$ 200, sem acrescentar o valor do CFC. O consumidor que estiver interessado nesta categoria deverá procurar uma autoescola autorizada, onde será possível se informar sobre os preços, documentação necessária e até fazer as aulas práticas necessárias. O Detran também pode ser uma opção para quem deseja se informar.

Compra da moto
 
Seja a motocicleta nova, seja usada, existem no mercado modelos que cabem em todos os bolsos. Por isso, não importa o modelo, a pesquisa vale para qualquer uma delas. Dessa forma, o consumidor garante o melhor preço para o bolso.

Assim como, quando se escolhe um carro, o consumidor deve prestar atenção a outros detalhes, como motor, estilo (esporte, urbano, etc.), além de funcionalidade e conforto.

Com tantos modelos, é comum que o consumidor tenha dúvidas sobre qual moto escolher. Por isso, ele deve se questionar sobre a finalidade da moto: se será usada para trabalhar, para uso diário ou passeio. Dessa forma, será mais fácil escolher o modelo que se encaixe perfeitamente na necessidade do comprador.

Se, mesmo seguindo essas dicas, o consumidor continuar em dúvida sobre o modelo a escolher, buscar a opinião de uma pessoa que conheça do assunto, como um amigo ou mecânico de confiança, pode ajudar na decisão.

Custo x benefício
 
Na hora de calcular qual opção tem o melhor custo, o consumidor precisa saber que isto varia de acordo com as características do modelo escolhido e a quantidade de uso.

Muitos consumidores pensam que a moto vai dar menos gasto que o carro, porém, não é sempre esta a realidade. Por isso, pesquisar com calma e colocar tudo no papel pode ajudar a comparar e comprar a melhor opção.

De acordo com a Febraban, o dinheiro economizado com combustível poderá ser gasto com seguro de ampla cobertura ou com possíveis reparos, se a manutenção não estiver em dia e o consumidor for pego de surpresa.

Em relação aos impostos, os custos podem variar. O IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), por exemplo, geralmente é menor que dos carros, mas alguns modelos mais completos podem ter um valor mais aproximado ao dos veículos.

Seguro
 
Ter segurança hoje é fundamental, portanto, fazer o seguro da moto pode colaborar com a tranquilidade.
Para conhecer os planos disponíveis no mercado, o consumidor deve procurar nas seguradoras o melhor plano para seu perfil. Além disso, precisa levar em consideração na hora de pesquisar os preços do seguro se a idade influencia na valor final e também se ter alarme ou rastreador pode ajudar a baratear os custos. No site de algumas seguradoras, é possível realizar a simulação do seguro.

Além disso, o consumidor precisa pagar o seguro obrigatório DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), que indeniza vítimas de acidentes causados por veículos que têm motor próprio e circulam por terra ou asfalto. O consumidor pode encontrar mais informações sobre o seguro no site oficial do DPVAT (www.dpvatseguro.com.br).


Fonte: infomoney.com.br

Pneu que dispensa o uso de ar


 A Bridgestone Corporation anunciou em Tóquio, no Japão, o desenvolvimento de um pneu conceito, que dispensa o uso de ar. De acordo com a fabricante, o produto pode ser uma alternativa viável e ecologicamente correta aos pneus tradicionais no futuro. O público pôde conferir a tecnologia na 42ª edição do Salão de Tóquio.

Segundo a fabricante, os pneus sem ar geram um menor impacto para o meio ambiente em relação aos tradicionais, mas os protótipos deste tipo desenvolvidos anteriormente eram inviáveis para a produção em larga escala. A nova tecnologia permite a fabricação em série.
Bridgestone goes airless in tire concept for Tokyo show
Com estrutura flexível que se estende ao longo do interior dos pneus e que suporta todo o peso do veículo, não há necessidade de calibrá-los periodicamente, o que significa que exigem menos manutenção. Ao mesmo tempo, a preocupação com perfurações é eliminada.
A estrutura interna é produzida a partir de resinas termoplásticas reutilizáveis, e assim como a borracha da banda de rodagem, estes são materiais 100%, explica a Bridgeston. “Como resultado, os pneus estabelecem um novo padrão em termos de compatibilidade ambiental, segurança e conforto”, diz a fabricante em nota.

“A Bridgestone busca este desenvolvimento tecnológico com o objetivo de alcançar um processo que maximiza o uso cíclico de recursos, transformando os pneus usados em pneus novos por meio de materiais recicláveis”, ressalta.





Fonte: Auto Esporte

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Combustível adulterado pode comprometer o funcionamento do catalisador

A má qualidade do combustível pode provocar o derretimento da cerâmica do catalisador e acusar danos ao motor do veículo.


Combustível adulterado é um problema que afeta 40% dos donos de veículos, segundo pesquisa da Cinau – Central de Inteligência Automotiva, do Grupo Oficina Brasil e do portal i-Carros que contou com a participação de 2 mil reparadores e 2,5 milhões de donos de motoristas de carros.

Entre os componentes que podem ser comprometidos por causa da má qualidade do combustível, está o catalisador, item obrigatório desde 1992 no Brasil que tem como função modificar a composição química dos gases emitidos na atmosfera reduzindo sua toxicidade e contribuindo com a melhoria da qualidade do ar. “A injeção de combustível de má qualidade pode causar o derretimento da cerâmica do catalisador inutilizando-o e inclusive podendo causar danos ao motor”, explica o engenheiro especialista no setor automotivo, Henry Grosskopf.

Para manter o catalisador em boas condições de uso, o engenheiro recomenda fazer manutenção preventiva regularmente em uma oficina de confiança, utilizar sempre o lubrificante indicado pela montadora, combustíveis de boa qualidade, seguir as orientações do manual do fabricante e realizar as revisões periódicas. “Também é importante evitar pancadas e raspões”, comenta Grosskopf.

O dono do carro pode observar alguns indícios de que a peça não está funcionando corretamente, como barulho de algo solto em seu interior que indica que a cerâmica se soltou por deterioração da manta que a envolve ou ainda por raspões, batidas ou pela quantidade de quilômetros rodados.

Com os cuidados necessários, o catalisador pode durar até os 80.000 km (original) e 40.000 km (reposição). Outra dica importante é nunca fazer o carro “pegar no tranco”. “Esta prática pode causar excesso de combustível que vai derreter e soltar a cerâmica do catalisador”, revela o engenheiro.

Essencial para garantir o bom funcionamento do veículo e a preservação do meio ambiente, o catalisador é um item de avaliação na inspeção ambiental veicular da cidade de São Paulo. Formado por uma carcaça metálica com suporte cerâmico e óxido de alumínio contém vários metais nobres ativos. Revestida por uma manta expansiva, essa carcaça veda e faz o isolamento térmico, que tem fixação e proteção mecânica para transformar gases tóxicos (hidrocarbonetos, monóxidos de carbono e óxidos de nitrogênio) em gases inofensivos.

Para dar mais segurança ao consumidor na aquisição de uma peça de qualidade para reposição, desde abril deste ano, é obrigatória a comercialização de catalisador com o selo do Inmetro.

O consumidor deve exigir a peça com o selo do Inmetro. Para identificar, basta observar se o selo do Inmetro está gravado na peça ou estampado em embalagens de papelão. O centro automotivo e a oficina que estiverem usando peças sem o selo do Inmetro estão sujeitas à apreensão dos produtos e sanções. Quem faz a fiscalização nos estabelecimentos é o IPEM – Instituto de Pesos e Medidas. O consumidor também pode denunciar ao Procon.

O motorista que precisar trocar o catalisador deve procurar uma oficina de confiança e exigir a peça com o selo do Inmetro. No site do Inmetro www.inmetro.gov.br, é possível consultar os fabricantes homologados e que têm o selo de qualidade comprovada.



Fonte: segs.com.br

Cartões de Natal tornam-se símbolos de solidariedade



Grupo Cultural ADIMÓ em parceria com o Posto Dois Amores realizam oficinas de arte no dia 1 de dezembro de 2011 em Picos. Ilustrações foram produzidas por crianças com idade entre 7 e 13 anos que estiveram reunidas na sede do projeto e criaram símbolos natalinos. O objetivo é produzir cartões e arrecadar fundos ou doações para gerar melhorias aos trabalhos desenvolvidos pela entidade.

Os cartões de Natal produzidos pelas crianças do ADIMÓ serão comercializados no Posto Dois Amores em Picos ao preço de R$ 5. A renda dos cartões será doada ao projeto social para a compra de brinquedos e material didático.

O ADIMÓ reúne crianças e adolescentes de Picos para o resgate da alto-estima e combate ao racismo desde 2006. O projeto desenvolve ações filantrópicas promovendo a inclusão social, mas, para isso, precisa de doações e apoio.

A oficina de Artes Natalinas é uma iniciativa do Posto Dois Amores para celebrar as boas ações sociais que são desenvolvidas na cidade de Picos. Como muitos sabem, o ADIMÓ é um exemplo de superação. A coordenação e os colaboradores trabalham com poucos recursos e o objetivo de resgatar a cultura negra promovendo a inclusão social.

Para o Gerente Geral do Posto Dois Amores, Daniel Freitas, “todos precisam ver a satisfação das crianças que frequentam o Grupo ADIMÓ, se cada empresa ajudasse um projeto social dentro de Picos a realidade das nossas crianças seria diferente”, afirma.


Raniel Canuto
ASCOM Posto Dois Amores

sábado, 10 de dezembro de 2011

A paixão por carros antigos

Para os colecionadores de veículos antigos, conquistar a placa de cor preta é mais que um símbolo de prestígio por manter a originalidade de um carro feito décadas atrás. Este é o reconhecimento que fala ao ego e ao bolso dos apaixonados pelo antigomobilismo. Ao receber a nova placa, o carro se valoriza no mercado, pois demonstra que o colecionador tem um veículo preservado e praticamente original.
 







A placa preta foi criada com o objetivo de incentivar os donos de veículos antigos a manterem a originalidade do carro e para garantir esse reconhecimento é preciso atender uma série de exigências. O Conselho Nacional de Trânsito – Contran determina que a placa de cor preta só pode ser usada se o carro atender as seguintes condições:
  • Ter sido fabricado há mais de trinta anos;
  • Conservar características originais de fabricação;
  • Integrar uma coleção (particular ou de um clube);
  •  
·         Possuir certificado de originalidade emitido por um clube de carros antigos reconhecido pelo Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN.


 Documentação: Identidade, C.P.F., Documento do veículo e 6 fotografias do veículo (frente, traseira, lateral direita, lateral esquerda, motor e painel).









De 24 a 27 de novembro, os colecionadores irão exibir cerca de 300 raridades para o público que for ao Anhembi visitar o Salão Internacional de Veículos Antigos – SIVA. Os amantes do antigomobilismo poderão conhecer os bastidores da Evolução do Automóvel’, tema escolhido para a primeira edição do evento. A Reed Exhibitions Alcantara Machado e o Automóvel Clube do Brasil, com o apoio da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), convidam o visitante para uma viagem no tempo, através de apresentações artísticas com músicas e figurinos de época, retratando as mudanças decomportamento da sociedade, impulsionadas pela evolução tecnológica.
A programação também inclui um desfile de carros antigos pela cidade de São Paulo, leilão de clássicos, premiação dos melhores veículos e um espaço exclusivo onde os colecionadores poderão comprar peças e acessórios.

Fonte: cidadeverde.com/motormais

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Na estrada, sem levar sustos


Com a chegada das férias, muitas famílias aproveitam para viajar. Na correria, a maioria lembra de todas as traquitanas que precisa levar, mas, em grande parte das vezes se esquece de dar aquela revisão no carro antes de pegar a estrada. Para que a viagem em família não se transforme em pesadelo, confira as dicas de Automania e evite contratempos e acidentes.

A primeira dica é procurar um mecânico de confiança pelo menos com 15 dias de antecedência. A pressa é inimiga da perfeição e jeitinhos de última hora podem deixá-lo na mão.

Comece pelo motor. Lembra-se da última vez em que trocou o óleo? Confira a validade e o nível. Em caso de troca substutua também o filtro. O manual do proprietário é de grande valia para determinar prazos e trocas de componentes. Veja os demais filtros: de combustível,de ar e de cabine, pois, além de aumentarem o consumo, prejudicam o desempenho, ameaçam sua saúde e podem fazer toda a diferença na hora de ultrapassar. O mesmo vale para as velas e cabos de velas. O motor deve funcionar ‘redondo’. Veja o nível do líquido de arrefecimento no vaso de expansão. Se estiver muito baixo, pode haver vazamentos no vaso, nas mangueiras ou no próprio radiador. São partes que podem determinar o fim da sua viagem. Confira a tensão das correias, inclusive a dentada.

Verifique farois, lanternas e setas. Se possível, leve lâmpadas de reserva. Estas e as luzes de freio tornam o carro mais visível e evitam acidentes. Confira também o estado e carga da bateria e do alternador.

Pneus devem estar em bom estado (verifique o TWI) e calibrados corretamente para meia carga ou carga total. O estepe também deve ser calibrado.

Confira se as palhetas estão boas e veja o nível do reservatório de esguicho, com detergente. Visibilidade é tudo, ainda mais na estrada.

O sistema de freios também merece atenção especial. Verifique pastilhas, discos, lonas e fluido (se o nível estiver baixo há vazamento, passe no mecânico).

Na suspensão, cheque amortecedores, molas, buchas e batentes. Um teste rápido é pressionar com força para baixo a carroceria na altura das rodas e, se ao soltar, o carro oscilar mais de uma vez sem reduzir a amplitude do movimento, o amortecedor está vencido. Suspensão avariada causa perda de controle em curvas, maior chance de aquaplanagem e aumenta o espaço necessário para conseguir parar o carro em uma freada de emergência.

Não se esqueça de observar o nível do extintor e de ter consigo todos os documentos pessoais e do carro (em dia).


Fonte:  Pedro Cuadrat / odia.ig.com.br

ANFAPE alerta consumidores para compra consciente do carro

A Anfape (Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças) surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007.
 
 
O Código de Defesa do Consumidor (artigos 6º, incisos II e III) exige de qualquer fornecedor de produtos e serviços que ele preste informações claras e precisas sobre todos os itens que disponibiliza no mercado.
 
Essas exigências são feitas para que o consumidor, efetivamente, realize a compra de modo consciente, isto é, conhecendo todas as informações necessárias sobre o produto, incluindo especificações de qualidade, quantidade, composição, riscos e ainda os custos inerentes como manutenção e reposição.
 
Só o consumidor que conhece plenamente o produto que compra é livre, pois apenas assim pode comparar, de modo justo, todos os concorrentes que lhe aparecem querendo realizar a mesma venda.
 
Sem estar bem informado, ele jamais conseguiria avaliar a relação de custo e benefício do produto que deseja comprar. Um problema que apenas recentemente foi levantado diz respeito às peças de reposição dos automóveis.
 
Há montadoras de veículos que divulgam os valores das manutenções de rotina dos carros, em campanhas do tipo “manutenção com preço certo e hora marcada”.
 
No entanto, não informam, antes da compra do carro, sobre o preço, a disponibilidade e a rede credenciada.
 
É por isso que muitos consumidores são surpreendidos quando sofrem uma pequena batida com o carro, tanto no preço elevado, quanto no tempo de reparo para chegar uma peça.
 
“As montadoras devem propiciar a compra consciente e inteligente. Não basta simplesmente promover campanhas de venda com base em revisões inclusas por determinado tempo. Isso não é o bastante. Também é fundamental transmitir tanto a realidade quanto ao valor, o tempo e a disponibilidade de peças e oficinas, quando houver necessidade de reparos”, diz Roberto Monteiro, superintendente geral da ANFAPE (Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças).
 
O problema é ainda mais sério, na medida em que algumas montadoras também lutam contra a existência das oficinas de confiança dos consumidores e contra as empresas independentes, associadas da ANFAPE, que fornecem para estas oficinas peças similares e com um custo melhor.
 
Algumas montadoras estimulam a compra dos automóveis com preços e benefícios competitivos, apostando em um gigantesco e altamente lucrativo mercado de reposição, onde apenas ela quer atuar. 
 
Trata-se de uma “carta na manga” que guardam para apresentar ao consumidor depois dele ter adquirido o carro. Segundo Roberto Monteiro, mesmo para um carro com dez anos de uso, ou até mais, algumas montadoras impedem a compra de uma peça similar, como se, aliás, originalidade fosse sinônimo de qualidade, e nem sempre é!
 
Além de esconder o jogo, algumas também contam com o otimismo do consumidor, que não necessariamente pensa, na hora, que compra um veículo, novo ou usado, que ele pode provocar ou mesmo sofrer uma colisão um dia, situação na qual será escravo da fornecedora do veículo e obrigado a comprar a lanterna, o para-choque e o retrovisor batidos, nas concessionárias pelo preço que quiserem. Isso sem contar que a peça pode necessitar de substituição por simples desgaste.
 
Neste momento da batida, não haverá mais como o consumidor voltar atrás e desejar ter comprado um carro de uma montadora cujas peças são mais baratas e a escolha pela peça e pelas oficinas independentes seja livre. 
 
Obviamente, depois de bater o carro, também não é possível para o consumidor comprar a peça de reposição de um outro carro, de uma outra montadora para encaixar no veículo.
 
Roberto Monteiro alerta que o preço do carro não é apenas aquele que envolve os custos hoje sabidos. “O valor total do veículo envolve ainda seguro e manutenção, custos omitidos das peças de reposição, além do tempo perdido em concessionárias”. 
 
Portanto, antes de comprar o carro, a ANFAPE estimula o consumidor a perguntar ao seu mecânico de confiança se a fabricante do veículo pretendido permite a existência de fornecedores de peças similares de reposição e de oficinas que não sejam simplesmente aquelas das concessionárias, bem como se o custo praticado por ele para estas peças na média é maior do que da concorrência.
 
 
Fonte: anfape.org.br