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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Vendas de veículos devem crescer quase 6% em 2012

A Fenabrave (associação das revendas de automóveis) estimou nesta quarta-feira uma alta de 4,5% nas vendas de automóveis e comerciais leves em 2012, para 3,58 milhões de unidades, após o resultado do ano passado ficar um pouco abaixo do esperado.

Incluindo ônibus, caminhões e motos, a entidade prevê crescimento de 5,76% nas vendas este ano, para 5,89 milhões de unidades.

A Fenabrave esperava crescimento de 5,9% nas vendas de automóveis e comerciais leves em 2011, mas o resultado acabou sendo de alta de 2,9%, em meio a medidas do governo para conter importações de veículos no país.

Em dezembro, o setor registrou vendas de 329,2 mil automóveis e comerciais leves, aumento de 7,85% ante novembro, mas queda de 8,87% sobre um ano antes, pressionada por uma base de comparação mais forte.
Enquanto isso, as vendas de caminhões cresceram 16,23% em dezembro contra novembro, e as de ônibus subiram 23% na mesma comparação. No total, o setor registrou alta de 8,34% nas vendas em relação a novembro, para 348,38 mil unidades. Na comparação com dezembro de 2010, porém, houve queda de 8,69%.

No ano passado, foram vendidos 3,63 milhões de veículos, alta de 3,36% sobre o volume vendido no ano anterior.

No acumulado de 2011, a Fiat liderou o ranking das montadoras, com vendas de 754,2 mil automóveis e comerciais leves, participação de mercado de 22%.

A Volkswagen ficou em segundo lugar, com 698,3 mil unidades vendidas, equivalentes a uma fatia de 20,4% do setor.

A General Motors vendeu 632,1 mil unidades, respondendo por 18,45% do mercado, seguida pela Ford, com vendas de 314 mil unidades e 9,2% do setor. A Renault, enquanto isso, fechou o ano com 194,3 mil emplacamentos, ou 5,7% do mercado.


Fonte: Alberto Alerigi Jr. / carros.uol.com.br

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Adulteração do combustível compromete motor

http://oglobo.globo.com/fotos/2008/08/23/23_MHG_extra_avenida_brasil.jpg
Ao aumentar a mistura de produtos químicos mais baratos, dono do posto aumenta lucro e causa prejuízos ao consumidor

Abastecer o carro com o combustível errado pode ser apenas uma desatenção por parte do frentista, mas quando se trata de combustível adulterado fica nítida a tentativa de lucro abusivo. O combustível adulterado é aquele que não está dentro das especificações legais, contendo mais álcool ou mais solventes do que a legislação determina. Ao aumentar a mistura desses produtos químicos mais baratos, o dono do posto aumenta seu lucro e causa sérios prejuízos ao consumidor.

Quando o combustível recebe água para render mais, são grandes as chances de oxidação da bomba de combustível e de danificação do motor. Já quando o combustível é misturado com solventes, o problema é ainda mais grave. A borracha de vedação do sistema de combustível, o tanque e a tubulação do filtro são danificados. Para piorar a situação, a queima do solvente libera resíduos altamente poluentes na atmosfera.


Fonte: JC Online

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Divulgação sobre teste de qualidade de combustível poderá ser obrigatória

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1984/11, do deputado Jefferson Campos (PSD-SP), que obriga os postos de gasolina a afixar placas de orientação ao consumidor sobre seu direito ao teste gratuito da qualidade do combustível. O teste foi estabelecido pela Portaria 248/00, da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

De acordo com a proposta, a placa de orientação deverá ter dimensões de 50 por 60 centímetros e trazer a seguinte inscrição: "Consumidor: você tem direito ao teste gratuito de qualidade do combustível”.
Ainda segundo o texto, a placa será afixada na área externa do posto e em local visível aos consumidores.

As despesas decorrentes de sua confecção serão custeadas pelos proprietários dos postos revendedores de combustíveis. A fiscalização pelo cumprimento da lei ficará a cargo do governo federal, por intermédio do órgão competente.

Multa

O revendedor de combustíveis que não cumprir a norma prevista no projeto, terá que pagar multa de R$ 1 mil. Em caso de reincidência, a penalidade será de três vezes este valor.

Jefferson Campos explica que a aferição da qualidade do combustível pode ser feita facilmente. Ele lembra que para testar a gasolina, todos os postos possuem uma proveta de 100 ml. São colocados 50 ml de gasolina e 50 ml de água. Como o álcool se separa da gasolina e se mistura à água, é possível verificar se a porcentagem de álcool está correta.

Por regulamentação do governo, atualmente a gasolina possui 25% de álcool. Portanto, 50 ml de gasolina devem conter no máximo 12,5 ml de álcool. “O teste é simples e prático, o que assegura ao consumidor estar colocando gasolina conforme os padrões de qualidade da ANP”, conclui.

Impacto ambiental

O deputado lembra que o combustível adulterado, além de causar danos ao motor do veículo, também tem um impacto ambiental maior, pois tem mais poluentes que o combustível normal. Ele assinala que muitos proprietários de veículos só descobrem que foram vítimas de adulteração, quando o carro começa apresentar problemas, como perda de potência e aumento do consumo. Jefferson Campos afirma que, além dos prejuízos para o automóvel e para o meio ambiente, a adulteração de combustível também significa sonegação de impostos.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara de Notícias

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Condutores devem ficar atentos sobre revisão de veículos antes de viajar

 
 
No fim do ano, devido à chegada das férias, aumenta o número de viagens e o primeiro passo para quem quer colocar o pé, ou melhor, o carro na estrada, é a revisão. Nesta época do ano a procura por revisões aumenta. Paletas de para-brisa, extintores, macacos, sinalizadores, velas de ignição, freios, correia-dentada, fluido de freio e óleo. Tudo deve ser checado nos mínimos detalhes em uma revisão geral.

Uma pré-revisão confere o freio e a correia-dentada e não é o ideal para quem quer fazer longas viagens. Para ter segurança mesmo, é melhor fazer a revisão geral. Outros itens a serem checados são: Para-brisas, freios, luzes externas e internas, alinhamento e balanceamento.

As velas de ignição de um automóvel devem ser verificadas a cada 10 mil quilômetros rodados e, das motocicletas, a cada 3 mil. Velas danificadas podem ocasionar problemas ao veículo, como a queda de rendimento, dificuldade na partida e aumento do consumo de combustível.

Os pneus são itens primordiais para a segurança do carro. Não se deixe enganar pelas aparências: a qualidade de um pneu não deve ser mensurada observando apenas o desgaste. Na verdade, o limite dos sulcos do pneu é 1,6 mm, o que não ocorre, necessariamente, quando o mesmo está "careca". É nisso que o proprietário do automóvel deve se ater.

As revisões de carro devem ser feitas a cada seis meses, no entanto, o dono do automóvel deve estar sempre atento a quaisquer irregularidades apresentadas. A correia-dentada, por exemplo, deve ser trocada a cada dois anos, no entanto, se em menor intervalo de tempo o carro já tiver rodado 40 mil quilômetros, é hora de procurar uma oficina.

Além da segurança, o motorista sente no bolso os reflexos de uma revisão. Se ele gasta R$ 20 por mês trocando o filtro de óleo, deverá amargar um prejuízo de R$ 200 sem trocá-lo, uma vez que o filtro sujo ocasiona queima da bomba de combustível, que demanda esse valor para ser trocada.

Antes de viajar

Limpadores: certifique-se de que as palhetas do para-brisa têm qualidade. Caso estejam danificadas, além de não limpar o vidro, elas o arranham. As palhetas de boa qualidade custam de R$ 35 a R$ 50 e devem ser trocadas pelo menos uma vez ao ano. O equipamento deve ser trocado com maior frequência em carros que passam muito tempo expostos ao sol.

Cabos de velas e velas: têm ligação estreita com o rendimento do veículo. São responsáveis pela queima do combustível. A vela deve ser trocada a cada 20 mil quilômetros e custam de R$ 45 a R$ 50. O cabo só é trocado quando há danificações.

Óleo de motor: o óleo serve para lubrificar e refrigerar o motor. A troca deve ser feita pelo menos uma vez por ano. Existem dois tipos de óleos: um que deve ser trocado a cada 5 mil quilômetros rodados, que custa cerca de R$ 10, e o outro para veículos que rodaram 10 mil quilômetros e que custa R$ 30. Não se esquecer de verificar o nível do óleo e se está limpo. Os filtros de óleo devem ser trocados a cada 10 mil quilômetros rodados, e se não trocados poluem o óleo limpo.

Pneus: verificar se os sulcos estão muito rasos, ou seja, se o pneu está "careca". Desgaste lateral por falta de alinhamento e o famoso deslocamento do pneu. No mercado, uma unidade de pneu aro 13 é vendida por 170.

Luzes de sinalização externa: verificar se não estão queimadas. Sem sinal de freio ou seta, o risco de acidentes é bem maior. As luzes precisam ser trocadas apenas quando queimam. A iluminação utilizada nas setas custa R$ 3 e a do farol, de R$ 15 a 25.

Correias-dentadas: possibilita que ocorra a combustão dentro do motor. Devem ser trocadas a cada dois anos ou a cada 40 mil quilômetros rodados. Uma correia custa, em média, R$ 170.

Freios: a revisão dos freios deve ser feita a cada 10 mil quilômetros. O fluido deve ser trocado uma vez por ano. Devem-se checar, também, as pastilhas e os discos. Uma troca de freios gira em torno de R$ 200.

Luz de advertência: atente-se às luzes de advertência no painel do veículo. Sempre que acenderem, o proprietário deve descobrir para que parte do carro está apontando. Essas luzes custam, em média, R$ 3 e só são trocadas quando queimam.

Radiador: a água do radiador é responsável por manter a temperatura do carro em equilíbrio. É importante carregar uma garrafa d´água no carro quando viajar para completar o nível da água do radiador, se necessário.

Importante! Não esqueça de carregar:

Equipamentos: não viaje sem o triângulo, o macaco, estepe, chave-de-roda e de fenda e extintor de incêndio.

Documentos: levar o Certificado de Licenciamento Anual (CRLV), Certificado de Registro do Veículo (CRV) e Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Não deixe de usar o cinto de segurança e Boa Viagem!

Fonte: Acesse Notícias

12 dicas para que seu combustível renda mais

Saiba algumas dicas para você fazer seu tanque render mais no dia a dia.
Saiba algumas dicas para você fazer seu tanque render mais no dia a dia.


Cuidados, como o motor bem regulado e pneus calibrados, contribuem para economizar combustível no dia a dia. No entanto, há outras pequenas (e simples) providências que podem fazer seu tanque render bem mais no cotidiano. Veja algumas delas:

1 - Nem barato nem caro

A regra é clara: desconfie de postos de combustível que oferecem produtos muito mais em conta. Mas, no outro extremo, fuja também dos estabelecimentos que exageram no preço.

2 - Menos peso no carro

Tem gente que costuma andar com o carro lotado de tralhas. São caixas contendo objetos, garrafas, papelada e outras bugigangas que aumentam o peso do veículo. Quanto mais objetos dentro dele, mais esforço o motor terá de fazer para transportá-los. Cerca de 10 kg a mais no porta-malas representam 1% do peso do automóvel. O mesmo acontece com o combustível. Não há necessidade de completar o reservatório se não há longos percursos previstos. Metade dele significa, em média, 30 kg a menos para levar.

3 - Atenção com os pneus

A pressão correta e recomendada pelo fabricante – que consta no manual do proprietário – deve ser verificada uma vez por mês. Rodar com os pneus vazios é o equivalente a transportar mais 100 kg de peso. O consumo vai cobrar essa conta de você.


4 - Refrescar é gastar

O ar-condicionado e os bancos aquecidos, por exemplo, são itens de conforto, mas têm seu custo. Se quer refrescar o ambiente, tente fazer isso com o carro a uma velocidade aproximada de 60 Km/h. No anda-e-para urbano, gasta-se mais combustível.


5 - Cuidado com a pane seca

Evite andar com pouco combustível para não ser vítima da pane seca, ou seja, com o tanque sem uma gota de gasolina ou etanol. Se isso acontecer, você poderá ficar à mercê do produto de baixa qualidade de um posto mais próximo. Portanto, mantenha o ponteiro do tanque sob controle. Quando a luz da reserva acender, não hesite em reabastecer.


6- Em prol da aerodinâmica

Não ande com vidros abertos. Além de inseguro em grandes metrópoles, como São Paulo, esse tipo de atitude cria atrito aerodinâmico, o que ajuda a gastar em torno de 6% a mais de combustível. A superfície do carro com os vidros abertos deixa de ser lisa. Assim, o carro tem de fazer mais força para “atravessar” o ar, sem a mesma fluência


7 - Não desça em ponto morto

Uma grande descida é sempre um convite para usar o ponto morto. Há quem defenda que essa atitude leva o veículo a gastar menos combustível. Bobagem. Deixe o carro deslizar engrenado, sem forçar o motor. Nunca prefira o ponto morto.

8 - Sem aquecimento

De manha, ao ligar o carro para sair, não permaneça com o motor em funcionamento por mais de 30 segundos. É o tempo necessário para o óleo chegar à cabeça do motor e lubrificar com eficácia os componentes. Mais que isso você já estará desperdiçando combustível.


9 - Abaixo do limite

Quer mesmo economizar? Então “não” respeite os limites de velocidade de uma rodovia. Se o máximo permitido é 120 km/h, ande a 110 km/h. Essa pequena diferença é o suficiente para você economizar em torno de 10% de combustível. Você pode chegar ao destino até um pouco mais tarde, porém, com o tanque mais cheio.


10 - Arrancadas são inúteis

Conduzir de forma agressiva, com arrancadas e freadas brucas, é uma tolice e representa um acréscimo no consumo, além de uma manutenção incorreta do seu automóvel. Dirija de uma forma mais comedida: isso poupará os componentes do automóvel e economizará combustível.


11 - Cruise control

Manter velocidade e rotação (3 000 rpm em um carro a gasolina) estabilizadas não é uma tarefa fácil em determinados percursos. O cruise control é um equipamento importante para estas situações. Se o seu carro não tem, dose bem o pé direito no acelerador. Esse equilíbrio também permite uma certa economia.

12 - Faróis ligados consomem mais

Muita gente anda com os faróis acesos mesmo durante o dia. Mas, ironicamente, essa medida de segurança para rodar na cidade causa um consumo maior. A explicação é a força extra que o alternador precisa fazer para carregar a bateria e manter os faróis ligados. Ao fazer força para girar, fica mais pesado e ainda leva o motor a um trabalho extra para ajudá-lo no trabalho elétrico. A diferença no consumo acaba sendo irrisória, mas existe.



Fonte: carroonline.terra.com.br

Postos de combustíveis podem passar a registrar preços em tempo real no 'site' da ANP

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) pode passar a exigir que os postos de combustíveis informem, por meio do site do órgão, o preço atualizado e efetivamente cobrado por cada tipo de combustível comercializado. A medida é prevista em projeto (PLS 353/11), aprovado pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) nesta quinta-feira (22).

No lugar do texto original, do senador Ivo Cassol (PP-RO), a comissão optou pelo substitutivo apresentado por Sérgio Souza (PT-PR), o relator ad hoc , que atuou em substituição a Ricardo Ferraço (PMDB-ES). A principal diferença, além do caráter autorizativo, é que o substitutivo flexibiliza a implementação da medida: será por meio de regulamento, com tempo para que a ANP faça o detalhamento operacional e consiga os recursos necessários para o projeto.

De acordo com o relator, a divulgação dos preços atualizados dos combustíveis, por meio de informação do próprio revendedor, representa um "salto de qualidade" em termos de atendimento ao consumidor. No entanto, ele ressalvou que "os custos e desafios" de implementação são maiores do que os imaginados pelo autor, o que justifica a flexibilização.

A explicação do relator é que a nova sistemática exigirá a manutenção da página eletrônica da ANP em regime de 24 horas e a organização de um site sincronizado em tempo real com os revendedores. Além disso, haverá a necessidade de um sistema de autenticação segura de senhas dos postos e uma metodologia de auditoria das informações.

Atualmente a ANP já informa, na sua página, os preços dos combustíveis em todo o país. Mas a informação vem de pesquisa semanal, por amostragem, em 555 localidades (cerca de 10% dos municípios brasileiros).
A matéria segue para exame da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde receberá decisão terminativa .


Fonte: Agência Senado