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quinta-feira, 3 de maio de 2012

E na volta da viagem, o que verificar?

Neste ano o que não vão faltar são feriados – boa parte deles com pontes. É claro que nessa hora todo mundo pensa na revisão antes de pegar a estrada. Mas também é essencial realizar uma revisão após pegar a estrada. Depois de grandes distâncias trafegadas, desgastes podem afetar o carro. Irregularidades das vias podem prejudicar a condição dos pneus, das rodas e da suspensão do carro.       

Por isso, após uma viagem é importante checar o estado dos amortecedores, molas, bandejas e sistema de direção (alinhamento).

Manter o alinhamento em dia é necessário, pois um carro desalinhado perde estabilidade e aumenta o espaço necessário para frenagens, acarretando riscos ao motorista. Realizar um rodízio entre os pneus compensa o desgaste e ainda preserva a durabilidade do produto.

Os freios merecem uma atenção especial, já que são itens imprescindíveis para a segurança do motorista. Pastilhas, sapatas, discos e tambores de freio também devem ser verificados, principalmente pelos motoristas que viajaram pelas serras e enfrentaram subidas e descidas, acionando constantemente o freio, gerando um desgaste maior dessas peças. É preciso estar atento ainda ao nível do fluido de freio, que deve ser substituído a cada dez mil quilômetros rodados ou a cada ano.

Clube Citroën Aircross - foto Divulgação
Clube Citroën Aircross - foto Divulgação

Você checou tudo antes de pegar a estrada; mas e na volta?

A estrutura do escapamento também deve ser verificada, pois pode sofrer danos ao se chocar com pedras e buracos. Vale averiguar as condições do catalisador, já que danos a essa parte podem ocorrer sem que o motorista perceba. Quebrada, causa o aumento da emissão de poluentes, que além de prejudicar a atmosfera, levam à reprovação na inspeção ambiental.

Além do catalisador, é importante verificar outros sistemas do automóvel que influenciam na exaustão de gases poluentes, como o de ignição, que engloba velas, cabos e bobinas; o de arrefecimento do motor e, por fim, o sistema de alimentação de ar e combustível.

Por fim é preciso checar os itens de segurança como palhetas de limpador de vidros, que podem ressecar e perder a qualidade, e as luzes de freios e faróis, itens de funcionamento obrigatório, que podem queimar sem que o motorista perceba. Uma inspeção de diagnostico após longas viagens é uma atitude preventiva, que reforça o bolso – e a segurança.


Fonte: Uol

Pesquisa mostra consumo de combustível em 105 veículos; veja tabela



Testes feitos pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) em laboratório mediram o consumo de combustível de 105 veículos vendidos no país. 

O trabalho integra o Programa Brasileiro de Etiquetagem, em que os modelos são classificados e identificados pela eficiência energética. Desde 15 de abril, esses veículos passaram a adotar selos de "A" (mais eficiente) até "E" (menos eficiente) iguais aos que hoje já são encontrados em eletrodomésticos. 

O número de modelos cadastrados para o teste, de adesão voluntária, neste ano é 55% superior ao da última edição. Eles representam pouco mais de 50% das vendas no país. 

Para garantir uma comparação uniforme entre os modelos, os testes foram efetuados em condições controladas. O instituto apurou o valor de referência para o consumo de combustível na estrada e na cidade. Essas informações também constarão na etiqueta. 

A ressalva, entretanto, é que em situações reais fatores como qualidade do combustível, estado de conservação do veículo, calibragem dos pneus e uso de ar-condicionado influenciam o consumo e fazem variar os valores obtidos em laboratório. 

Consulte a tabela com as classificações e o consumo para os 105 veículos neste link


Fonte: Folha

 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Comprar carro usado sem ser enganado. Como fazer isso?

É muito fácil levar gato por lebre na compra de um carro usado. O que mais as revendedoras querem é vender e lucrar e, oferecer um veículo com características inferiores ao que aparenta é um fato real. É tão real que, há livros e trabalhos destinados exclusivamente a orientar o consumidor a não levar a pior no momento de negociar um carro usado. É provável que você conheça alguém que comprou um carro e, após algum tempo de uso, começou a verificar necessidades de reinvestir em manutenções inesperadas, trocar peças danificadas ou, mesmo, pagar multas oriundas de proprietários anteriores.

Mesmo consumidores experientes poderão ter dificuldades para detectar problemas em veículos usados. Não há nada de errado em comprar um automóvel com determinados problemas estruturais ou funcionais. No entanto, os revendedores tentam “empurrar” a mercadoria pelo mesmo preço de uma unidade sem estes problemas, o que não deve acontecer.

Um exemplo é o caso de automóveis que sofreram algum tipo de colisão ou, mesmo, uma simples avaria, de pequeno porte. No momento de revender, o correto é que o valor do automóvel sofra redução, devido à reconstrução não original efetuada. Mas isso nunca acontece, a menos que você saiba identificar que houve uma colisão.

Identificar pneus recapados e, até mesmo com tamanhos diferentes no mesmo automóvel, passa despercebido por grande maioria de compradores. Porém, é isso mesmo que acontece, de forma bastante considerável, nas negociações de carros usados. Você poderá pagar o preço de pneus novos e, na verdade, estará levando pneus velhos, recapados e com tamanhos desproporcionais entre si.

Se você quer pagar o preço justo, o preço real do mercado e não levar gato por lebre, tendo prejuízos e decepções morais, prefira a consultoria de alguém que entenda de veículos e do mercado de veículos usados, para orientar a negociação. Outra opção é você adquirir algum guia, livro ou material especialmente produzido para fazê-lo um perito na identificação de problemas em carros usados. Um trabalho muito bem produzido pode ser encontrado clicando-se aqui.

Pense que faróis originais podem ter sido substituídos por similares. Este é outro exemplo onde poucos reconhecem mas, que, ocorre com frequência e serviria para baixar o preço estampado. Perceba a existência de pequenas avarias, como palhetas dos limpadores de para-brisa, resquícios de tinta em locais inapropriado (sobre o motor, por exemplo, sinal de repintura na lataria ao redor ), rodas amassadas, tapetes rasgados, portas descentradas, vidros das janelas balançando… Estes são exemplos que devem ser verificados e o preço descontado em relação ao praticado em tabela.

Para você não sair da revendedora com um grande problema ao invés de um automóvel adequado, saber comprar um carro usado é muito importante. Verifique abaixo um vídeo produzido por um grande especialista neste tipo de negócio e o site do mesmo especialista pode ser acessado aqui, com um grande trabalho de orientação aos consumidores. 





Fonte: forcesystem.com.br

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Detran registra apreensão de três mil veículos irregulares



Cerca de três mil veículos irregulares foram apreendidos no primeiro trimestre de 2012 pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PI). Apenas em Teresina, 1.527 veículos registraram entrada no pátio do órgão, localizado ao lado do estádio Albertão. O aumento do número de remoções se deu pela intensificação das fiscalizações em todo o Estado.

As motos constam como campeãs no número de apreensões, principalmente no interior do Piauí. Dos 2.246 veículos removidos fora da capital, 1.212 foram motocicletas e apenas 355 carros. De acordo com João Neto, diretor de infrações do Detran, automóveis com licenciamento em atraso ou com alto débito de multas estão entre as principais causas das apreensões. “Abordamos os veículos nas blitzen e acabamos detectando várias irregularidades. É necessário que o condutor se conscientize que para circular livremente o veículo precisa estar de forma regular”, explica.

Para retirar os veículos do pátio do Detran, os proprietários devem quitar os débitos existentes, sejam eles referentes a multas, taxas de licenciamento, seguro obrigatório ou despesas de remoção e depósito. Após o pagamento, o condutor deve abrir um processo no posto do órgão para solicitar a retirada. Apenas o proprietário ou representante legal, através de procuração pública, podem fazê-la.

Caso o veículo não seja retirado em até 90 dias, o Detran iniciará o processo para levá-lo a leilão. Os proprietários serão notificados e após 30 dias, caso não haja a regularização, é lançado um edital. Eles ainda contam com o prazo de até o dia anterior ao leilão para a retirada do veículo, assim o órgão dá um prazo máximo de 150 dias para o condutor regularizar a situação diante do órgão.


Por Nallyne Soares

quarta-feira, 25 de abril de 2012

PREÇO É INDICADOR PARA COMBUSTÍVEL

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O mercado e o consumidor de combustível sofrem com problemas de pirataria. O grande termômetro desse tipo de fraude é o preço, já que as adulterações, por serem geralmente misturas químicas, são mais dificilmente detectadas pelo consumidor. “Diferenças de R$ 0,20 a R$ 0,30 por litro devem ser encaradas com forte desconfiança. Não existe mágica no mercado de combustível”, alerta Alisio Vaz, presidente-executivo do Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustível e Lubrificantes). 

Existem dois tipos de álcool combustível: o anidro, com teor alcoólico mínimo de 99,3°, que se adiciona à gasolina; e o hidratado, que deve ter até 7,4% de água, e cuja maior fraude consiste na colocação de mais água. Já na gasolina a fraude mais comum é a adição de álcool acima do limite estabelecido ou adição de solventes. O limite máximo de mistura de álcool à gasolina permitido pela legislação é 20%. 

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compete aos postos de abastecimento verificar a qualidade dos combustíveis que recebem. Para tanto, é preciso fazer exames de densidade, cor e aspecto, percentagem de álcool anidro na gasolina comum e o teor alcoólico no combustível hidratado.

Os postos também são obrigados, se solicitados, a realizar o teste que mede a quantidade de álcool na gasolina. “Mas os fraudadores, quando percebem a ameaça, fazem o teste tirando a amostra de uma bomba onde o combustível é normal”, diz Vaz. 

Outro problema é que o uso de combustível adulterado só pode ser identificado a médio prazo, quando acarreta o mau funcionamento do motor, a corrosão de peças e o acúmulo de resíduos nas velas e câmara de combustão do veículo. A moto é o único veículo que identifica problema com o combustível imediatamente. “Caso exista cerca de 50% de álcool misturado na gasolina a moto já não chega à esquina”, explica. Os fraudadores, cientes disso, conduzem as motos para bombas específicas para não serem descobertos. 

No caso dos carros flex, que se adaptam aos dois tipos de combustível, não há perigo de corrosão de peças, porém o consumidor é lesado no bolso. “Além de pagar o preço de gasolina e levar mais álcool, ainda se gasta mais porque o carro roda menos”, diz. 

Outra fraude mais sofisticada usa controle remoto para iniciar ou interromper a mistura de combustível na bomba. Quando os fraudulentos notam problemas, desativam o equipamento, sem que ninguém perceba. 

A dica para o consumidor é sempre abastecer no mesmo posto, que tenha boas referências e não se deixar levar pelo preço. 

Alisio Vaz chama atenção para a questão da enorme sonegação de impostos das distribuidoras, que agrava a situação do mercado brasileiro de combustível. “Não é uma pirataria direta, mas lesa o cofre público e está ligada à corrupção e máfias que desequilibram a competição”, diz. 

O boletim mensal “Fiscalização do Abastecimento em Notícias” da ANP mostra que a arrecadação de multas pecuniárias cresceu 120% entre 2009 e 2010, e a análise de recursos interpostos contra autuações feitas pela Agência aumentou 174% em 2011. O número de processos julgados (7.417) supera os autos de infração (4.516) e os novos processos (3.895). 

Dados de 2011 mostram que a principal infração dos revendedores de combustíveis é ter o produto fora das especificações, que contou 16% das 2939 infrações. Bomba medidora (auferição irregular) e controle de qualidade (sem análise da qualidade) empatam com 7%. (AF) 


Fonte: istoepiaui.com.br

terça-feira, 24 de abril de 2012

Como turbinar seu 1.0


Divulgação

O desempenho melhora em até 50%, mas os gastos podem chegar a R$ 7 mil reais.
 

Geralmente, carros com motor 1.0 produzem por volta de modestos 70 cavalos. Com uma potência tão baixa, é difícil fazer ultrapassagens ou alcançar os 120 km/h sem ouvir gritos de dentro do capô. Mas a instalação de um turbocompressor pode melhorar de 30 a 50% o desempenho de seu compacto. Segundo o engenheiro Rubens Venosa, a alteração faria com que o veículo rodasse de forma parecida a de um 1.5 litros. “E o consumo de combustível pode até ser menor”, completa. 

Em um motor com turbocompressor, a energia dos gases que saem pelo escapamento é reaproveitada para movimentar o compressor do turbo, que, por sua vez, joga mais ar comprimido dentro do motor. Com essa maior quantidade de ar denso, é possível utilizar mais combustível, gerando mais potência. Por conta disso, quando o turbo é instalado, também é necessário recalibrar a injeção eletrônica do veículo. Para manter a mistura estequiométrica (de combustível e oxigênio), as informações do chip da injeção são reajustadas à proporção de combustão. “A cada uma unidade de volume de gasolina, é preciso catorze unidades de volume de ar”, explica Venosa. 

Hoje, muitas montadoras estão investindo em motores menores turbinados, com o objetivo de diminuir a emissão de CO2 e o consumo de combustível. Um motor 1.0 turbinado pode alcançar a mesma potência que um 1.4 aspirado, porém, por ser menor e consumir menos combustível, ele se torna mais econômico. Antes os turbos eram associados apenas a carros esportivos, mas hoje as montadoras trabalham no desenvolvimento desses motores por conta da questão ecológica. “Para 2015, esperamos um crescimento significativo na oferta de turbos no Brasil”, conta Christian Streck, engenheiro da Honeywell Turbo Techologies. 

Editora Globo
Turbo Garrett GT12 utilizado no Gol 1.0 da Volkswagen, em 2000
 
Como consequência da turbinação, o tempo de vida do motor é reduzido, já que seu material e suas peças passam a trabalhar fora das condições originais para as quais foram projetadas. Segundo Streck, a recomendação é que sejam feitas alterações moderadas (de até 30% de melhoria) para não comprometer a durabilidade do motor. “Além disso, é importante fazer a troca de óleo lubrificante em metade do tempo que costumava ser feita”, explica o engenheiro. 

O custo 

Os gastos não estão apenas na instalação do turbo – que chega a R$ 5.500. Antes de fazer a alteração, é preciso solicitar autorização ao órgão de trânsito no qual o veículo encontra-se registrado. Uma vez modificado, o motorista leva o carro até o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que avaliará a qualidade do produto. Se aprovado, será emitido um Certificado de Segurança Veicular (CSV). E por último, os veículos modificados receberão novos Certificados de Registro (CRV) e Licenciamento (CRLV). “É preciso ficar atento ao prazo da autorização prévia do Detran, pois só tem validade de 30 dias”, ressalta Ricardo Ruiz, da empresa Legalize Seu Veículo. Passado o prazo, o motorista não pode mais rodar com o carro modificado e, de acordo com o especialista, uma segunda autorização é mais difícil de conseguir. 

Todo esse processo, se feito pessoalmente, custa em torno de R$ 400. Mas empresas despachantes fazem o serviço em oito dias por até R$ 900. Porém, a comodidade não exclui a obrigatoriedade da presença do dono do veículo para as inspeções. O condutor que for autuado com qualquer característica do veículo alterada sem constar a informação nos documentos, receberá cinco pontos na CNH e multa no valor de R$ 127,69 (infração grave), além de ter o veículo retido para regularização. 
 
Editora Globo
Os gases de escape giram a turbina, que dá movimento ao compressor; este injeta ar sob pressão no motor (imagem: Honeywell)


Fonte: revistaautoesporte.globo.com

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dirigir com o carro na reserva de combustível pode causar danos ao motor

Dirigir com o carro na reserva de combustível pode causar danos ao motor

 De vez em quando, por alguma razão, esquecemos ou ficamos impossibilitados de abastecer o carro e o jeito é dirigir usando o combustível da reserva. Muitas pessoas, inclusive, só resolvem encher o tanque quando a luz do painel acende para avisar que o álcool ou a gasolina do veículo vai acabar logo. Usar a reserva, entretanto, pode trazer problemas aos motoristas que vão além de ficar sem combustível.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, se um veículo estiver imobilizado por falta de combustível, o condutor comete uma infração média com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira. Além disso, essa prática acaba prejudicando a parte mecânica do veículo. Os problemas mais comuns são: a saturação do filtro de combustível e o travamento do rotor da bomba, ambos causados pelo excesso de resíduos que se sedimentam no fundo do tanque e causam entupimento dessas peças.

O engenheiro, Sérgio Leal Braga, responsável pelo Laboratório de Engenharia Veicular e diretor do Instituto Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Ituc), explica que todo combustível possui dois tipos de resíduos: os físicos, que são pequenas partículas de sujeira que se alojam no tanque devido ao manuseio inadequado do líquido; e os resíduos químicos, decorrentes de processos de oxidação natural do combustível. “Os resíduos físicos se depositam no fundo do tanque, podendo mais facilmente serem aspirados para o motor quando o tanque estiver na reserva”, alerta. Já os resíduos químicos podem formar gomas que se depositam no sistema de alimentação do motor.

Para se livrar dos resíduos físicos, o engenheiro recomenda uma limpeza do reservatório, que na maioria dos casos é suficiente. Para o caso do tanque estar oxidado, só a troca resolve, de acordo com ele. Por fim, ele explica, a oxidação do combustível pode ser evitada com a prevenção: “não deixar o carro parado por longos períodos resolve o problema”.

Ele dá um alerta também aos proprietários de carros flex. “Esse tipo de carro precisa de um pouco de gasolina misturada ao álcool no ‘tanquinho’, o compartimento menor de combustível, e se o motorista demorar muito tempo para renovar essa gasolina pode causar danos enormes ao tanque”, ressalta o engenheiro. “Nesses casos, a limpeza é quase impossível”, diz. Em outros casos, ele completa, quando a obstrução causa o mau funcionamento do motor, uma limpeza do sistema de injeção resolve, mas adverte: “não se deve fazer uma limpeza do motor quando este estiver funcionando corretamente”.

O engenheiro dá algumas dicas de como impedir que esse desgaste seja rápido. Segundo ele, encher o tanque com gasolina premium de tempos em tempos ajuda na limpeza preventiva. “Outra forma de prevenção é manter o tanque cheio, sem ar no seu interior, portanto sem oxidação”. Ainda assim, conclui, a melhor forma de prevenção sempre é a troca periódica dos filtros.


Fonte: capixabao.com
Foto: Google