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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Combustível adulterado: como reconhecer

Com um teste rápido, você pode saber se a gasolina leva maior quantidade de água do que o recomendado. Observar o desempenho do carro também pode ajudá-lo a identificar possíveis fraudes.

495876 Combustível adulterado – como reconhecer Combustível adulterado: como reconhecer
Infelizmente, esta infração é praticada com bastante frequência em postos de todo o país. (Foto: divulgação)

A adulteração do combustível é um problema sobre o qual todo o consumidor deve ficar atento. O uso de gasolina e álcool de má qualidade pode afetar o rendimento do veículo e ainda prejudicar alguns componentes.

Felizmente, de acordo com a Secretaria Estadual da Fazenda, esta é a infração que o motorista percebe de forma mais imediata, principalmente devido às consequências que ela traz para o carro (pode causar danos no sistema de injeção, na bomba de combustível, na vela, no bico e em outros componentes). Mesmo assim, é preciso ter uma atenção especial sobre este tipo de crime, já que ele é praticado com bastante frequência em postos de todo o país.

Como identificar combustível adulterado

O combustível é batizado sempre que lhe é acrescentada uma substância não permitida pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). Geralmente, as adições mais comuns são a de álcool hidratado, diesel, benzeno e equizano na gasolina, e de água no álcool.

Para identificar se a gasolina está adulterada, você pode pedir o teste da proveta. Basta colocar 50 ml de gasolina em um tubo de ensaio de 100 ml e completar com a mesma quantidade de água (50 ml). Feito isso, você deve misturar as duas substâncias, porém sem agitar muito.

Com este procedimento, o álcool que estiver na gasolina vai se separar e se misturar com a água. Assim, a gasolina ficará na parte de cima do tubo e a solução aquosa (água e álcool) na parte de baixo. Caso haja mais de 62,5 ml de solução aquosa é sinal de que a gasolina possui mais álcool do que o recomendado.

Entretanto, é importante destacar que este teste identifica apenas adulterações com álcool. As adulterações feitas com solvente, por exemplo, só podem ser observadas em laboratório. Neste caso, os especialistas recomendam que o motorista fique de olho nas reações do carro. Problemas como dificuldade de partida, perda de potência, aumento do consumo de combustível e irregularidade na marcha lenta podem indicar se você abasteceu o veículo com combustível batizado ou não.

Como se prevenir

Para não colocar o seu automóvel em risco, o ideal é abastecer no mesmo posto, ou variar o mínimo possível, e sempre exigir a nota fiscal. Com o comprovante em mãos, você vai poder comprovar que abasteceu no local e exigir o reparo dos danos que o produto causou ao veículo.

Agora, é só colocar essas orientações em prática e você, dificilmente, terá algum tipo de problema.



Fonte: mundodastribos.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Automóvel no Brasil custa até 106% mais que lá fora


Na garagem de casa, o carro da família pode ser o mesmo de americanos, europeus, argentinos ou japoneses. Mas o preço certamente é muito diferente. Margem de lucro maior, impostos elevados, altos custos de mão de obra, de logística, de infraestrutura e de matérias-primas, falta de competitividade, forte demanda e um consumidor disposto a pagar um preço alto ajudam a explicar o porquê de o veículo aqui no Brasil chegar a ser vendido por mais do que o dobro que lá fora.

Levantamento em cinco países — Brasil, EUA, Argentina, França e Japão — mostrou que o carro brasileiro é sempre o mais caro. A diferença chega a 106,03% no Honda Fit vendido na França (onde se chama Honda Jazz). Aqui, sai por R$ 57.480, enquanto lá, pelo equivalente a R$ 27.898,99. A distância também é expressiva no caso do Nissan Frontier vendido nos EUA. Aqui, custa R$ 121.390 — 91,31% a mais que os R$ 63.450,06 dos americanos. Há cerca de duas semanas, a “Forbes” ridicularizou o preços no Brasil, mostrando que um Jeep Grand Cherokee básico custa US$ 89.500 (R$ 179 mil) aqui, enquanto, por esse valor, em Miami, é possível comprar três unidades do modelo, que custa US$ 28 mil.

O setor teve o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido. O incentivo terminaria sexta-feira, mas deve ser prorrogada por dois meses.

Especialistas estimam que a margem de lucro das montadoras no Brasil seja pelo menos o dobro que no exterior, por causa de um quadro de pouca concorrência — ainda que já seja o quarto maior mercado de carros do mundo, incluindo caminhões e ônibus, atrás de China, Estados Unidos e Japão. O diretor-gerente da consultoria IHS Automotive no Brasil, Paulo Cardamone, estima ganho de 10% do preço de um veículo no Brasil, enquanto no mundo seria de 5%. Nos EUA, esse ganho é de 3%:

— Lucro de montadora no Brasil é maior que em qualquer lugar do mundo, pelo menos o dobro. O mercado automobilístico no Brasil é protegido, taxam-se os importados e há concentração forte das vendas nas quatro grandes marcas. Lá fora, as maiores têm cerca de 30% do mercado — afirma ele.

Volkswagen, General Motors, Fiat e Ford — responderam por 81,8% dos 2,825 bilhões de carros vendidos no país em 2011.

— Existe uma demanda grande pelos veículos no Brasil, o que mantém os preços em alta. Se a montadora sabe que há compradores, por que dar desconto? — diz Milad Kalume Neto, gerente de atendimento da consultoria Jato Dynamics do Brasil.

De todo modo, há outros vilões para preços tão elevados. O imposto é, de praxe, apontado como o grande causador. Mas, mesmo descontando as alíquotas, os consumidores nacionais ainda são os que precisariam pagar mais para ter o bem. O preço do Nissan Frontier vendido no Brasil cairia, por exemplo, de R$ 121.390 para R$ 81.209,91, ainda é mais que França e EUA com impostos.

— Não se pode ignorar o custo Brasil, que encarece toda a cadeia produtiva com os problemas de logística e infraestrutura do país, além do custo da mão de obra brasileira — diz José Caporal, consultor da Megadealer, especializada no setor automotivo.
imposto nos eua é de até 9%

Segundo a Anfavea, a associação das montadoras, os impostos representam cerca de 30% do preço dos veículos, considerando as alíquotas normais do IPI. Nos carros 1.0, os impostos representam 27,1% do preço. Na faixa de veículos entre 1.0 e 2.0, o peso dos impostos é de 30,4% para os que rodam a gasolina e de 29,2% para motores flex e etanol. Acima de 2.0, respondem por 36,4% e 33,1% do preço, respectivamente. Nos EUA, os impostos são de até 9% do preço ao consumidor.

No Brasil, outro fator complicador é o fato de grande parte das compras ser financiada. O consumidor se preocupa mais com o tamanho da parcela que com o preço final do veículo.

— Nosso carro ainda é muito caro, é um absurdo — afirma Adriana Marotti de Mello, professora do Departamento de Administração da FEA/USP.


Fonte: oglobo.globo.com

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Extintores, você sabe como usar?



Você sabe como usar o extintor de incêndio do seu carro? Por acaso sabe se não esta vencido? Essas são perguntas básicas, mas a maioria dos motoristas não sabe as respostas.

Recentemente, alguns motoristas pararam na rodovia, próximo a Maringá, para ajudar a apagar um incêndio de veículo. Ninguém teve sucesso e o carro acabou destruído pelas chamas. Os equipamentos não funcionaram ou os voluntários não sabiam utilizá-los. A afirmação é do sargento Natanael de Oliveira, do Corpo de Bombeiros de Campo Mourão. Segundo ele, em muitos casos de incêndio, o carro é complemente destruído porque o usuário não está apto a usar o equipamento obrigatório de segurança do veículo. “As vezes uma pane elétrica com poucas chamas pode ser controlada com o extintor”, explica o sargento. O policial lembra que para isso o extintor precisar estar em condições de uso.

O motorista deve fazer manutenção periódica no equipamento e mesmo dentro do prazo de validade é preciso observar as condições do aparelho. “Não adianta ter o extintor dentro do carro se ele não funciona.”, acrescenta. O usuário deve observar na etiqueta, o mês e o ano da carga, que tem validade por um ano. Outro detalhe é o ponteiro do manômetro que deve estar sempre no verde. “Caso esteja no vermelho, procure imediatamente um estabelecimento especializado para a recarga”, orienta Natanael.

Vale lembrar também que, se o extintor estiver sem condições de uso no veículo ou dentro da embalagem de plástico, o motorista pode ser multado em R$ 127,50 e perde 5 pontos na carteira. A multa está prevista no Código Nacional de Trânsito (Contran).

Como usar?

Destrave o lacre do extintor, direcione o jato para o fogo e aperte o gatilho. A dica do sargento Natanael é, em caso de fogo e fumaça em baixo do capô do veículo, destrave, mas não abra, coloque o bico do extintor em alguma abertura e aperte o gatilho. Só depois abra o capô para terminar o serviço. “Se abrir antes, o oxigênio que entra em grande quantidade, vai aumentar as chamas”, orienta o sargento.


Fonte: itribuna.com.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Atingido maior percentual de gasolina adulterada da história no PI

fraudes
A adulteração de gasolina nos postos de combustíveis do Piauí atingiu o maior índice da história

A adulteração de gasolina nos postos de combustíveis do Piauí atingiu o maior índice da história, desde que a qualidada dos combustíveis vem sendo investigada pela Laboratório de Petróleo (Lapetro) da Universidade Federal do Piauí (Ufpi) desde 2009.

Boletim divulgado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) informa que 8,2% das amostras de gasolina coletadas em postos de combustíveis no Piauí apontaram adulteração no combustível no período de fevereiro a abril deste ano.

Em 2009, 1,6% das amostras de gasolina apontaram adulteração. Em 2010, essa adulteração de gasolina foi comprovada em 1,9% da amostra. Em 2011, a adulteração da gasolina ficou em 6,1% das amostras coletadas em postos de combustíveis no Piauí.

De fevereiro a abril desde ano, 2,4% das amostras de etanal revelaram que o combustível esta adulderado nos postos. Em 0009, o percentual de adulteração do etanol foi de 4,5%. Em 2019, o índice de adulteração do etanol ficou em 4,7% e em 2,2% em 2011.

A adulteração do óleo disel ficou em 0,6% de fevereiro a abril deste ano. Em 2009, esse adulteração ficou em 1,9%; em 2010, em 1,4% .; e em 2011, em 0,5%.

Em fevereiro, o Laboratório de Petróleo da Universidade Federal do Piauí constatou que em fevereiro foi constatada adulteração de gasolina em 18 amostras;em março foram encontradas 21 amostras adulteradas; e quatro amostras de gasolina adulteradas.

Em fevereiro foi encontra adulteração em uma amostra de óleo diesel e uma amostra de etanol adulterada.

Em março foram encontradas duas amostras adulteradas de etanol e duas amostras adulteradas de óleo diesel .

Em abril foram encontradas duas amostras adulteradas de etanol.

No total, de fevereiro a abril foram encontradas 43 amostras de gasolina adulteradas, três amostras adulteradas de óleo diesel; e cinco amostras adualteradas de etanol.

Em Teresina foram encontradas de fevereiro a abril 11 amostras de gasolina adulteradas (8,1% do total); em Parnaíba, Campo Maior e Piripiri foram encontradas 22 amostras adulteradas, com o índice de 13,6%, o maior do Estado; em Picos, Floriano e Oeiras, foram encontradas dez amostras de gasolina adulteradas, 4,3% do total.

De etanol, em Teresina foi encontrada uma amostra adulterada (0,9%); duas amostras adulteradas de Parnaíba, Campo Maior e Piripiri tem duas amostras adulteradas (3,5¨%) e duas amostras adulteradas (4,1%) em Picos, Floriano e Oeiras.


Fonte: noticiasdeuniao.com.br

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Petrobras diz que não existe negociação para alta de combustível




Ministro Lobão havia dito que governo estudava um novo reajuste. Presidente da companhia disse que não comenta falas de ministro.


A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse nesta terça-feira (21) que não existe negociação em andamento com o governo para a aprovação de um novo reajuste nos preços dos combustíveis.

"Não, não há nenhuma negociação nesse sentido", afirmou, após cerimônia do Programa Petrobras Esporte & Cidadania.

Em mais de uma oportunidade, Graça Foster, como prefere ser chamada, afirmou que a estatal buscará uma paridade com os preços internacionais para os valores dos combustíveis vendidos no Brasil.

Embora não haja um prazo definido para novos reajustes, a estatal pretende amenizar os efeitos da defasagem das cotações locais dos combustíveis nos resultados da companhia. A Petrobras tem importado grandes volumes para atender ao mercado interno, o que tem pesado no balanço da empresa.

No início do mês, o ministro da Fazenda Guido Mantega, que é o presidente do Conselho de Administração da Petrobras, disse que não há perspectiva de reajuste "no horizonte", horas depois de o ministro de Minas e Energia Edison Lobão falar que existia a possibilidade de alta dos valores este ano.

Desde que os ministros se pronunciaram, Graça Foster não havia comentado publicamente o tema.

Questionada sobre a afirmação de Lobão, a executiva disse que não comenta falas de ministros.

Redução da Cide

O aumento que foi dado no preço da gasolina em junho, de 7,8%, não chegou ao consumidor em função da redução da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), mas ele não compensa a defasagem que a Petrobras tem em relação aos preços internacionais.

Um novo aumento na gasolina agora acabaria tendo efeito no preços nas bombas e, por consequência, na inflação, considerando que a Cide foi zerada.

A defasagem dos preços dos combustíveis foi apontada como um dos motivos, mas não o principal, para o prejuízo registrado pela estatal no segundo trimestre, o primeiro em mais de 13 anos.

Neste ano já foram realizados dois reajustes do diesel, de 4% e 6% nos meses de junho e julho, além da correção nos valores da gasolina.

No entanto, esses reajustes não foram repassados ao consumidor, à exceção de parte da segunda alta do diesel.


Fonte: G1 - com informações da Reuters e do Valor Online
Foto: Google

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Nervos sob controle na hora de dirigir o carro



A violência e o número de acidentes no trânsito crescem na proporção da frota e, para evitar que a situação se agrave, o Departamento de Trânsito (Detran) impôs regras mais duras para tirar habilitação. As mudanças começaram em 2009.

As próximas, entram em vigor no mês de outubro e se referem justamente à avaliação psicológica. A ideia é que os candidatos reprovados tenham acesso ao laudo dos psicólogos e possam procurar ajuda antes de sair ao volante.

Segundo o Detran, as avaliações psicológicas vão ter uma nova dinâmica e o diagnóstico Necessita Nova Avaliação não será mais válido. Hoje, a maioria dos usuários desconhece como funciona o exame, quais competências são avaliadas, o significado de cada resultado e os direitos que eles têm.

A entrega do laudo de avaliação e a realização gratuita da entrevista devolutiva, por exemplo, são direitos dos candidatos que devem ser divulgados em cartilhas e nas aulas teóricas nos centros de Formação de Condutores. Os documentos, apesar de não alterarem os resultados, devem auxiliar e permitir que os usuários entendam quais pontos determinaram a inaptidão.

Para o proprietário de um Centro de Formação de Condutores, Fábio Amorim Luciano, a experiência prática mostra que dirigir bem exige equilíbrio psicológico e também emocional. Há perfis de alunos que reprovam por isso. “Não há um teste de impaciência.

Se tivesse alguns jovens não passariam, porque têm pouca atenção e parecem estar sempre com pressa, mas ele podem aprender. Acho que apresentar o laudo da avaliação para quem reprova é importante, porque serve para melhorar”, diz.

A coordenadora do curso de Psicologia do Cesumar, professora Gilcinéia Rose da Silva Santos, afirma que é importante que as pessoas entendam que a avaliação mostra um recorte da personalidade do indivíduo.

Isso quer dizer que ela evita que aqueles que não têm condições psicológicas de dirigir tirem habilitação, mas não tem como prever que um dia o motorista vai furar o sinal vermelho só porque não teve paciência de esperar abrir.

Avalia-se o padrão de concentração e a dinâmica de cada um. Gilcinéia explica que quando as pessoas reagem mal ao volante, em geral não foi o trânsito que causou a irritação, mas algo que as estava incomodando antes. “Isso tem que ser resolvido com autocontrole e bom senso”, diz.


Fonte: Odiario.com
Foto: Google

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Seguro DPVAT: o que cobre?

O Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (Seguro DPVAT) foi criado no ano de 1974, com o objetivo de atender e auxiliar todas as pessoas que foram vítimas de acidentes de trânsito de qualquer tipo, como colisões, atropelamentos ou capotamentos, causados por veículos que têm motor próprio e circulam por terra ou asfalto.

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O Seguro DPVAT serve para auxiliar as vítimas de acidentes de trânsito. (Foto: Divulgação)

A Lei 6.194/74, que instituiu o Seguro DPVAT, determina que todos os veículos automotores de via terrestre, sem exceção, paguem o seguro obrigatório, ficando garantido às vítimas de acidentes com veículos, sejam elas motoristas, passageiros ou pedestres, o recebimento de indenizações. O DPVAT é pago juntamente com a cota única ou a primeira parcela do IPVA.

Coberturas do DPVAT

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O DPVAT apresenta cobertura nos casos de morte, invalidez permanente total ou parcial e despesas de assistência médica. (Foto: Divulgação)

O seguro DPVAT oferece três tipos de coberturas:

- Morte: caso a vítima venha a falecer em decorrência do acidente de trânsito, envolvendo o veículo automotor ou a carga transportada por ele, os beneficiários terão direito à indenização de R$ 13.500,00 por acidentado.

- Invalidez permanente total ou parcial: nesse caso, o beneficiário é a própria vítima e o valor da indenização é calculado com base no percentual de invalidez permanente conforme a tabela de Normas de Acidentes Pessoais, levando em consideração o laudo médico emitido ao final do tratamento. O valor pode chegar a até R$ 13.500,00 por acidentado.

- Despesas de assistência médica e suplementares (DAMS): abrange os gastos com o tratamento realizado sob orientação médica, despesas com assistência médica e suplementares, devidamente comprovadas, que serão reembolsados à própria vítima. O limite é de R$ 2.700,00 por acidentado.

O outro lado do Seguro DPVAT: o que ele não cobre

Como requerer o DPVAT

A indenização do seguro obrigatório deve ser pedida nas seguradoras conveniadas. O processo é gratuito e não dura mais que 30 dias. (Foto: Divulgação)
Para receber a indenização do Seguro DPVAT, o interessado deve entrar com o pedido em uma seguradora conveniada, levando a documentação que comprove o acidente e os danos causados por ele. A própria seguradora escolhida para a abertura do pedido fará o pagamento em até 30 dias ao beneficiário.

Vale lembrar que não é necessária a intermediação de terceiros para fazer o pedido, que deve ser efetuado pela própria vítima ou os beneficiários, no caso de morte. Todo o procedimento é gratuito, por isso você deve ficar atento a golpes que costumam ser aplicados nessas situações. Outra informação importante é que o pedido deve ser feito em até três anos, a contar da data do acidente.

Para buscar maiores informações sobre o DPVAT, basta comparecer à unidade do Detran mais próxima ou acessar o site www.dpvatsegurodotransito.com.br, onde estão disponíveis a lista das seguradoras conveniadas e os endereços dos postos de atendimento. As dúvidas também podem ser tiradas por meio do telefone 0800-022-1204.


Fonte: Denatran