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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Sem traumas na hora de trocar o pneu furado


Colocar o estepe no lugar de um pneu furado pode não ser uma das tarefas mais fáceis. Mas, acredite, não tem mistério. O segredo é não esperar pelo momento do sufoco para fazer a manutenção dos borrachudos. De acordo com o consultor técnico Jeferson Cshaefer os calçados das rodas estão entre as peças mais importantes do veículo. “Quem segura o carro durante a curva é o pneu, uma borracha desgastada é como sabão em piso molhado”.

“O motorista tem de ficar atento ao índice de desgaste, que é a parte da borracha em alto relevo do pneu”, explica Cshaefer. Um equipamento novo possui, em média, 8,5 mm de borracha. Quando o índice chega aos 3 mm o carro já não apresenta segurança aos passageiros. “O limite para realizar a troca é de 1,6 mm, depois disso já compromete a própria estrutura do carro.”, alerta. 

E não é apenas a segurança que é comprometida. Se a ideia é economizar, sai mais barato fazer o controle na hora certa, que custa em média R$ 60 do que substituir depois do limite, pois além de adquirir um ou mais pneus novos, terá que regular o alinhamento, balanceamento e a suspensão. “O motorista vai gastar pelo menos uns R$ 250 se o prejuízo for em apenas um dos borrachudos”, esclarece o consultor.

Pensando nisso o funcionário público Marco Eugênio costuma fazer a manutenção preventiva. “Uma vez, deixei para última hora e ficou muito caro e tive que adiar a viagem que tinha programado”, conta. Ele aprendeu a lição e faz a manutenção dos pneus, em média, a cada 30 mil quilômetros rodados do seu Ford Fiesta. O pensamento do administrador Rogers Lira é semelhante. “Não gosto de dar motivo para gastar mais e por isso faço o alinhamento e balanceamento a cada 5 mil quilômetros e recomendo fazer também o rodízio das rodas”, afirma se referindo a alternar os pneus traseiros e dianteiros. 

Para aumentar a vida último da peça, o ideal é manter a calibragem e evitar os buracos nas ruas. Mas é importante estar preparado para qualquer eventualidade com um pneu furado. Trocá-lo não é tão difícil. Confira o passo a passo abaixo. 

PASSO A PASSO 

1. Encontre um lugar plano, estável e seguro para trocar o pneu
2. Acione o freio de mão e coloque o carro em marcha. No caso dos modelos automáticos, deixar no modo “P”. 
3. Retire o macaco e o estepe do carro. 
4. Retire as capas protetoras dos parafusos (se tiver) e gire as porcas no sentido anti-horário.
5. Bombeie ou acione o macaco para levantar o pneu do chão. É importante não levantar demais o macaco, o carro não pode estar içado. A função da ferramenta é suportar o peso do veículo.
6. Remova completamente os parafusos.
7. Retire o pneu.
8. Coloque o estepe no eixo e coloque as porcas fixando a roda
9. Abaixe o carro sem a aplicação de peso sobre o pneu.
10. Desça o carro completamente até o chão e remova o macaco e aperte bem as porcas dos parafusos.
11. Coloque o pneu furado na mala e leve-o a um mecânico o mais rápido possível.


Fonte: diariodepernambuco.vrum.com.br

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Carro zero precisa de cuidados até amaciar o motor


A dica é antiga, mas segue atual, mesmo com a evolução da tecnologia: motor de carro novo precisa ser amaciado, sim. Isso não significa, porém, que você precise andar só a 20 km/h ou evitar dar carona, como alguns pensam. O importante é ter atenção nas acelerações nos primeiros dias de uso.

Quase todas as montadoras recomendam cautela com o motor logo que o carro sai da concessionária. Isso estará escrito no manual do proprietário, quando for o caso. A Volkswagen, por exemplo, considera os primeiros 1 mil quilômetros a fase de amaciamento.  A montadora diz que nesse período o motorista nunca deve ultrapassar ¾ da velocidade máxima do veículo. Além disso, indica evitar acelerações excessivas que levem a altas rotações. Antes dos primeiros 1 mil quilômetros também não é indicado usar reboque. Os cuidados iniciais, observa a VW, aumentará a vida útil do motor e resultará em baixo consumo de óleo o combustível.

O amaciamento é necessário para melhor ajuste das peças móveis de dentro do motor. Elas podem sair da fábrica com alguma rugosidade. Claro que essa rugosidade é bem menor nos carros de hoje do que anos atrás devido ao aumento da tecnologia na fabricação. Antes, as fábricas faziam ajustes a mão nas peças do motor. Agora é tudo automatizado. Mesmo assim, o atrito inicial pode soltar pequenas partículas no óleo mais do que soltaria em um veículo com maior quilometragem. Por isso, existe a recomendação para não exagerar nas rotações, não passar das 4.000 ou 5.000 rotação por minuto (rpm). Isso provocará uma lubrificação de óleo mais lenta para fazer a limpeza de eventuais resíduos metálicos.

Silvio Figueiredo, pesquisador do Laboratório de Motores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo, diz que cabe ao fabricante decidir se é necessário algum cuidado especial no início da vida do motor. “Se necessário, os proprietários devem seguir as instruções do fabricante. Enquanto não adequadamente ajustado, por exemplo, se os anéis exercem uma pressão maior sobre os cilindros enquanto novos, é natural esperar algum gasto adicional de combustível, devido ao maior atrito”, observa o Figueiredo.

É por esse motivo que algumas montadoras recomendam a primeira troca de óleo com menor quilometragem do que as demais, justamente para substituir o óleo contaminado pelas partículas resultantes do ajuste.


Fonte: Canarinho Press - Terra

Vai viajar? Cuidado ao acessar as rodovias



Quem nunca passou por uma situação de risco ao sair de uma rodovia e entrar em outra? Principalmente no momento em que se olha no retrovisor e, quando menos se espera, um caminhão aparece ao seu lado, como se tivesse surgido do nada: o susto é inevitável!

Em situações como esta, o ponto cego dos veículos é o principal vilão, tanto para quem está entrando na rodovia como para quem já está nela. Veículos pesados, como caminhões e ônibus, possuem pontos cegos nos retrovisores – principalmente na parte dianteira, logo abaixo da cabine, na região da porta do passageiro. É nessa zona de risco que ocorrem colisões com veículos menores.

Quer ter mais tranquilidade nessa hora? Confira dicas.

MUITA ATENÇÃO NESSA HORA

- Em situações de trânsito lento ou congestionado, certifique-se de que foi visto por motoristas de veículos pesados antes de entrar na frente deles. Nem sempre, aproveitar os espaços entre caminhões e ônibus pode ser vantajoso.

- Ao entrar na rodovia, use a faixa de aceleração (quando houver) por completo. Assim você equaliza a velocidade do seu veículo com a dos que já estão na estrada.

- Não entre em baixa velocidade na frente de outros veículos – espere eles passarem e faça sua entrada com segurança.

- E SEMPRE sinalize sua entrada com seta. Isso nem deveria precisar explicar, não é?


Fonte: Cesvi Brasil

terça-feira, 9 de julho de 2013

O vento e o motociclista


O vento afeta a condução de qualquer veículo que circule na estrada. Uma vez que as motos têm apenas duas rodas, eventualmente três, pode-se dizer que é aos motociclistas que este causa maior transtorno, pois temos de lidar com o equilíbrio e manter a trajetória.

As motos “mais fechadas” sofrem maior impacto, enquanto que aquelas que têm menos proteções laterais deixam passar mais o vento, sendo o “impacto suavizado”.

O vento lateral é aquele que pode causar mais problemas, já que tem tendência a contrariar a direção do movimento e, consecutivamente, à perda de equilíbrio, originando alguns sustos e eventuais acidentes.

O vento lateral torna-se ainda mais perigoso quando pretendemos curvar, já que estamos mais vulneráveis e uma rajada pode levar a susto maior e respectivo descontrole do veículo.

As zonas mais afetadas pelo vento são em geral as mais abertas, como as pontes e as autoestradas. Nas autoestradas devemos ter especial atenção quando saímos de zonas protegidas lateralmente, barreiras artificiais ou naturais, como colinas, e entramos em zonas “abertas” sem proteção lateral. Nestas situações devemos ir preparados para o “impacto” e corrigir a trajetória. Além disso não nos assustemos, o que é fundamental para tudo correr bem. Na cidade o efeito do vento é mais reduzido, já que os edifícios funcionam como barreiras protetoras do vento.

Em dias de vento extremo recomenda-se não sair de moto, uma vez que há um aumento generalizado das situações de perigo. Nos outros casos de vento “não excepcionalmente forte”, há que ter em consideração todas as precauções para nos deslocarmos em segurança, tais como escolher o trajeto o mais abrigado possível, conduzir com atenção redobrada, estar atento aos sinais que apontem para ventos fortes, como árvores. Estas precauções devem ser redobradas quando nos deslocamos acompanhados (com passageiro).


Fonte: andardemoto.pt

Atenção ao desgaste precoce da tração


Motociclista cuidadoso não é aquele que se preocupa apenas em andar com os itens de segurança em dia. Apesar da importância deles, outros cuidados precisam ser tomados para evitar problemas no caminho. Fazer a manutenção periódica é questão básica de prioridade, que pode evitar muitos transtornos. Isso porque a falta de cuidados está associada à degradação prematura do sistema de tração. 

A tração resulta da relação do conjunto mecânico de corrente, coroa e pinhão. E este sistema é responsável por passar o movimento da caixa de câmbio até a roda traseira. Segundo o mecânico da Motomais, Wylly Barbosa, as principais causas para o desgaste da tração são o acúmulo de areia, desregulagem da corrente, desalinhamento dos pneus e a baixa qualidade do conjunto. “Uma boa dica para evitar o problema é utilizar o óleo na lubrificação ao invés da graxa, pois evita que a areia grude na corrente”, acrescenta.

Outro importante fator para o desgaste é a adaptação de pneus maiores nas motos. De acordo com Wylly, a motocicleta já vem com um modelo de pneu e alterar esse tamanho vai forçar mais a tração. “Os motociclistas querem deixar suas motos mais modernas e colocam uma roda maior do que o permitido, isso vai afetar a dirigibilidade da moto e antecipar o desgaste da tração”, enfatiza.

O topógrafo Orlando Santos sofreu a consequência da falta de qualidade. Pela primeira vez, em dois anos, a corrente da sua Honda XRE 300 quebrou no meio da estrada. “Foi um momento tenso, já que nunca havia acontecido isso. Por ser de baixa qualidade, a corrente não aguentou a força da minha moto e partiu no meio da viagem. Sempre estive atento à manutenção e agora só compro da melhor”, conta. 

O tempo de troca pode ser observado com o limite de regulagem da corrente. Por isso, o condutor deve ficar atento ao serviço para realizar a substituição do sistema. O conjunto custa em média R$ 100 a R$ 200, dependendo da qualidade e modelo. “Outra forma de perceber o tempo de troca é através do limite médio de 12 mil e 15 mil quilômetros rodados”, ressalta o mecânico.


Fonte: vrum.com.br

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Conheça os riscos de encher o tanque com combustível adulterado


Cuidado com a moto nunca é demais, porém, muitos motociclistas podem estar enchendo o tanque da moto com combustível adulterado sem saber. A gasolina “batizada”, como é chamada popularmente, nada mais é do que um combustível com adição de solventes e álcool anidro acima da média permitida por lei ou ainda substâncias desconhecidas, que são misturadas ao produto original.

Quando este combustível entra em contato com o tanque da moto, pode causar graves problemas no motor, cabeçote, pistão, além de instabilidade na marcha, maior consumo de gasolina e prejuízo no bolso. Para evitar problemas na moto, o motociclista deve ficar de olho no posto em que abastece e averiguar se a gasolina que está acostumado a usar respeita os padrões da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Para o gerente de pós-vendas da Triumph, Cláudio Peruche, é possível identificar se o combustível está adulterado, observando problemas no veículo. “Hoje, basicamente existem algumas falhas que são perceptíveis. A motocicleta pode falhar repentinamente, “engasgar” e causar dificuldades na aceleração e partida”, explica.

Peruche explica que, em alguns casos, os danos podem ser mais graves. “Existem situações em que o combustível adulterado pode causar risco no sistema de alimentação da moto ou na bomba de combustível. Em casos mais complicados afeta a vibração da cabeça do motor, que pode trincar o pistão e o cabeçote. O catalisador e a injeção eletrônica também sofrem grandes danos”, afirma.

Embora nem sempre seja possível verificar a qualidade do combustível, alguns cuidados podem evitar o prejuízo com a moto. “O piloto tem a responsabilidade de escolher um bom posto para abastecer a moto. Optar por combustíveis de boa qualidade, bandeiras conhecidas e de confiança são importantes. Se for possível, deve verificar se no local os dados do posto estão identificados e checar informações como site e fornecedores”, afirma Peruche.

Antes de abastecer a moto, fique de olho:

1 - Confira a origem do combustível: O posto deve informar claramente de onde são os produtos. Os postos sem distribuidora exclusiva (bandeira branca) têm que informar, em cada bomba abastecedora, qual foi a distribuição que forneceu o combustível.

2- Peça o teste de proveta: Se suspeitar da qualidade da gasolina pode e deve pedir no posto que realizem na hora o “teste de proveta”, que mede a porcentagem de etanol misturado à gasolina. Esse teste, quando solicitado, é obrigatório para o posto revendedor de combustíveis, conforme a Resolução ANP nº 9, de 7 de março de 2007. Conheça o teste em www.anp.gov.br/duvidasfrequentes, no link “Qualidade dos Combustíveis”.

3- Fique de olho no Etanol Hidratado: Verifique se o etanol hidratado está límpido, isento de impurezas e sem coloração alaranjada. A cor alaranjada pode ser sinal de irregularidade. Confira também se é o etanol adequado para motores: o teor alcoólico deve estar entre 95,1% e 96,6% em volume (92,5 % e 93,8 % em massa). Ou entre 97,1 % e 98,6 % em volume (95,5 % e 97,7 % em massa), no caso do produto "premium". Se duvidar, solicite o teste de verificação do teor alcoólico.

Caso perceba a adulteração, denuncie o posto revendedor de combustível à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), no site www.anp.com.br/faleconosco ou pelo telefone 0800 970 0267. Para registrar a denúncia, será necessário o maior número de informações do posto, como CNPJ, razão social, endereço, distribuidora e a descrição do ocorrido. Para isso, é importante ter a nota fiscal. Fique atento!


Fonte: revistamundomoto.com.br

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Motoristas devem atentar para a revisão de férias

Motoristas devem atentar para a revisão de férias

A partir da semana que vem muita gente começa a pegar a estrada por causa das férias escolares. Se você vai viajar de carro, tome cuidado com os pneus do veículo. 

O caminhoneiro John Ene Barros está programando uma viagem com a família na caminhonete que tem há um ano e meio. Mas por conta da profissão pouco usa o veículo e essa é primeira vez que vai trocar os pneus. Motorista experiente, ele sabe dos perigos que um pneu careca pode representar nas estradas.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, de cada 100 acidentes nas estradas brasileiras, 20 são provocados pela má conservação dos pneus. Mas não se pode esquecer de outros reparos antes da viagem, como a revisão completa que deve envolver a troca de óleo,  verificação de peças importantes como o câmbio, freios, amortecedores e bateria. Tudo para evitar acidentes e transtornos que podem acabar com o sossego e alegria das férias.

Os serviços de manutenção podem representar segurança para o motorista e também economia. Os serviços de alinhamento e balanceamento, por exemplo, custam R$ 50,00 e podem garantir até o dobro do tempo de uso dos pneus, que podem custar até R$ 800,00 a troca.

Outra dica é levar o carro para revisão com antecedência, para evitar atrasos na entrega. A oficina onde o técnico em pneus Ivan Rocha trabalha, conserta 45 carros por dia, em períodos normais. Mas quando fica perto das férias, a demanda por serviços é dobrada.


Fonte: idifusora.com.br