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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Conheça os tipos de óleo para o seu automóvel

Oleo


Você encontra a hora certa de trocar o óleo do seu carro no manual do proprietário. Provavelmente, haverá dois tipos de prazo: um para uso normal e outro para o severo. Uma condição de uso severo é típica de veículos que trafegam em centros urbanos ou em estradas com poeira. Já o uso leve é aquele carro que trafega percursos longos a velocidades constantes.

É de extrema importância que se troque o óleo no período delimitado, passado o tempo recomendado, o líquido começa a ficar muito sujo e espesso e a função de lubrificar o motor acaba comprometida. Isso pode gerar diversos danos ao automóvel.

Existem três tipos de óleo. Sintético, Semi-sintético e Mineral. Eles são obtidos de maneiras diferentes. Os minerais vêm da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Já os sintéticos são gerados por reação química, resultando assim em produtos de maior nível de desempenho, e o semi-sintético vem da junção dos dois processos.

Já o filtro é responsável por reter as impurezas do óleo, que seriam depositadas no motor. Por causa do acúmulo de sujeira, a passagem do lubrificante fica prejudicada e isso pode gerar danos no motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo, mas normalmente ela é feita a cada troca de óleo.​

A lubrificação dos sistemas é de suma importância para o bom desempenho do motor, bem como de sua vida útil.

O fluido lubrificante tem o papel de lubrificar, refrigerar, promover limpeza, entre outros. Podem ser sintéticos, semi sintéticos ou mineral – importante é ver a recomendação do fabricante de seu veículo – porém mais importante é não misturá-los ou ultrapassar o período previsto para troca, pois os aditivos de um podem reagir com os aditivos do outro e causar um produto prejudicial ao sistema.


Fonte: gussoautocenter.com.br

Óleo da caixa do câmbio automático precisa de verificação



Quem tem carro com câmbio automático talvez nem saiba, mas é preciso verificar de tempos em tempos o nível de óleo da caixa de câmbio. O óleo que lubrifica as engrenagens do sistema é específico, mas pode vazar e se isso acontecer o problema será grande.

O sintoma mais comum de que algo está errado é a sensação de que o conjunto está patinando. Você engrena o carro em D (Drive, marcha para o carro andar), mas parece que o motor não transmite a força. “O motor sente aceleração, a rotação sobe, mas não desenvolve velocidade”, exemplifica Gerson Burin, analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), em São Paulo.

O óleo da caixa de câmbio automático é o ATF. Cada automóvel possui um tipo específico de óleo indicado pela montadora. Depende de cada modelo também a quilometragem da troca.

No manual do proprietário há informação de quando é necessário fazer a troca e a orientação de como verificar o nível do óleo da caixa de câmbio automática. Em geral, é recomendado consultar o nível quando o carro está com o motor quente. O veículo precisa também estar engrenado em uma marcha indicada pela montadora. Pode ser o P (de Park, estacionamento), o N (Neutro) ou o D (Drive), depende também de cada modelo. O automóvel deve estar  estacionado em um lugar plano.

A falta de óleo na caixa automática compromete os discos de fricção internos e quando isso acontece é preciso substituí-los. Se isso ocorrer, será preciso rebocar o carro até uma oficina. Uma dica do analista técnico da Cesvi Brasil é sempre olhar o piso da garagem para verificar se não há manchas de óleo.


Fonte: economia.terra.com.br

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Veja 10 mitos e verdades sobre manutenção de carros


Os motoristas de primeira viagem são os que mais sofrem com as verdades e os mitos sobre carros. Diante de tantas afirmações sem cabimento e regras simples que parecem lendas, listamos 10 mitos e verdades sobre manutenção automotiva. Confira:

Mitos

1 - Aquecer o carro - Foi-se o tempo em que você precisava ficar cinco minutos aquecendo o carro antes de arrancar. Os veículos novos (praticamente todos de 2000 para cá) têm um sistema de gerenciamento eletrônico que possibilita o mesmo desempenho frio ou quente.

2 - Banguela - Deixar o carro em ponto morto nas descidas, a chamada banguela, não traz economia de combustível. Isso porque nos carros com injeção eletrônica o sistema identifica que não precisa injetar combustível e interrompe o fluxo vindo do tanque. Além disso, é questão de segurança usar o freio motor nas descidas. Portanto, o motorista nunca deve usar a banguela.

3 - Vela sempre falha - As velas do carro precisam ser trocadas exatamente com a quilometragem recomendada pela montadora. Elas podem estar danificadas mesmo sem o motorista notar falhas. O maior problema de defeitos nas velas é o aumento no consumo de combustível. Em caso de uma vela estragada, todo o jogo (geralmente quatro) deve ser trocado.

4 - Mistura nos flex - Os carros flex estão preparados para ter o mesmo rendimento com álcool ou gasolina e com qualquer mistura entre os dois combustíveis. Não existe mais essa história de fazer contas para colocar um percentual de álcool e outro de gasolina. E o motorista pode mudar de um combustível para o outro sem neurose e sem um período para “aclimatação” do novo combustível. Motor não vicia.

5 - Ar condicionado - Ligar o ar condicionado não gasta o gás do sistema, não se preocupe. Isso é uma das maiores bobagens sobre manutenção automotiva. O gás, aliás, não precisa ser completado ou reposto se tudo estiver em dia. Ele só vazará em caso de defeito.  O gás do ar também não vicia nem fica velho.

Verdades

6 - Álcool a 70% da gasolina - Se você tem dúvida se usar álcool ou gasolina, basta fazer os cálculos. O álcool faz menos quilometragem por litro rodado do que a gasolina. Por isso, para ser economicamente rentável, vale a pena abastecer com álcool quando ele está até 70% do valor da gasolina na bomba. Basta pegar a calculadora.

7 - Pé na embreagem. É verdade, o hábito de dirigir com o pé no pedal da embreagem pode prejudicar o seu carro. A prática errada abrevia a vida útil das peças de embreagem. Pode deixá-lo na rua sem conseguir engatar as marchas ou arrancar o carro. A principal peça danificada é o disco de embreagem.

8 - Amaciar carro novo - Com o aumento da tecnologia na produção das peças, os carros hoje precisam de menos tempo para amaciar o motor. Mas ainda é necessário esse período de amaciamento. As montadoras falam no manual do proprietário a quilometragem em que o motorista deve evitar fortes acelerações, geralmente entre 1 mil a 3 mil quilômetros.

9 - Aumento do consumo - Ligar o ar provoca, sim, maior gasto de combustível nas cidades, em média de 10% a 20% mais. Porém, na estrada, andar com os vidros abertos a mais de 80 km/h interfere na aerodinâmica do carro. Isso vai fazer que gaste mais com os vidros abertos do que se estivesse com o ar ligado porque a entrada lateral de vento vai interferir no rendimento. Mesmo no inverno, porém, é recomendado ligar o ar condicionado do carro pelo menos uma vez por semana para circular o gás e o óleo. Faça isso por 10 minutos para garantir a lubrificação do sistema e evitar ressecamento das peças.

10 - Guicho câmbio automático - Guinchar um veículo automático de maneira errada pode danificar a caixa de câmbio, sim. Isso porque as rodas da tração (dianteira ou traseira) não podem ir rodando com o motor desligado. Se o carro tem tração dianteira (maior parte no Brasil) pode ir só com as rodas traseiras rodando. Mas se você não sabe ao certo onde é a tração, melhor não arriscar. O mais recomendado para rebocar carros com câmbio automático é em guinchos de plataforma.



Fonte: Terra

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cuidados com o carro influenciam no valor do seguro


Além do modelo e ano do veículo, o perfil dos motoristas e a cidade onde o carro circula, vários outros fatores influenciam no valor do seguro dos automóveis. Algumas atitudes do proprietário e cuidados com a manutenção podem resultar em desconto na hora de contratar ou renovar a apólice.

Se o motorista não acionar o seguro para rebocar seu carro, por exemplo, pode ter desconto na renovação, explica Marcelo Sebastião, diretor da Auto da Porto Seguro. Veja fatores que influenciam no preço do seguro:

1 - Garagem - As seguradoras perguntam se seu carro fica na rua ou em garagem durante o dia e à noite. Quando mais seguro for o local de estadia do automóvel, maior o desconta. Até se a garagem é sua ou terceirizada influencia.

2 - Alarme - Acessório quase obrigatório nos carros mais modernos, o alarme ainda é um grande fator influente no preço do seguro.

3 - Rastreadores - Também é um item que influencia no preço do seguro. Carros com esse  equipamento ganham desconto. Pode ser instalado por fora ou pela própria seguradora. É muito importante na tentativa de recuperação dos veículos em caso de furto ou roubo, pois é possível identificar o local onde o carro se encontra.

4 - Guincho - Acordo firmado ao fechar contrato com a seguradora, o guincho influência diretamente na cotação. Quanto maior a área de cobertura para guincho, maior a cotação. O não acionamento durante o período contratual resulta em desconto na renovação.

5 - Bateria - Fique atento para não deixar luzes o equipamentos eletrônicos no carro ligados para não morrer a bateria. Se você acionar o seguro por causa de uma simples carga, também perderá descontos na hora da renovação. Também cuide o prazo de validade da bateria.

6 - Faróis e lanternas -  A exclusão dessas áreas que tem custo de manutenção relativamente mais barato também ajuda a obter um valor menor na seguradora. Porém, a exclusão dessas áreas aumenta o cuidado necessário com essas partes do veículo. 


Fonte: economia.terra.com.br

terça-feira, 23 de julho de 2013

Dicas para comprar um carro pelo consórcio

Dicas de consórcio de carro

O consórcio é ideal para quem quer adquirir um bem sem burocracia. Nesta modalidade, o consumidor fica livre de taxa de juros, entrada, parcelas intermediárias e conta com planos para todos os tipos de orçamento.

Antes de comprar um carro pelo consórcio, é preciso estar atento a alguns detalhes e procurar saber bastante sobre cada modelo que deseja adquirir, além de buscar opiniões e avaliações de pessoas que têm o veículo.

Confira algumas dicas:

- Pesquise sobre o mercado de compra e venda do veículo, o valor do seguro e o custo de manutenção;

- Leia bastante sobre os prós e contras do veículo desejado e procure por opiniões de proprietários e especialistas no assunto;

- Assim que escolher o automóvel, pesquise o preço em diferentes concessionárias para saber qual apresenta a melhor oferta;

- Com a carta de crédito em mãos, o consorciado vai até a concessionária como se estivesse com o dinheiro à vista. Além de ter a vantagem de levar o automóvel na hora, o vendedor poderá negociar alguns benefícios, como algum acessório para o veículo.

Está pensando em adquirir um carro? O Consórcio de Automóveis é a forma ideal! Faça uma simulação no valor do veículo desejado e conheça os planos de parcelamento disponíveis!


Fonte: Consórcio para Automóveis

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O sono ao volante

Os perigos de se dormir ao volante

O dia 26 de setembro de 2003 vai ficar marcado para mim. Moro em Carapicuíba, em São Paulo, mas trabalhava no Vale do Paraíba. Acordava sempre às 4h30. Dirigia 150 quilômetros para chegar ao trabalho, que começava às 7 da manhã. Saía às 17h, seguia para São Paulo e guiava mais 150 quilômetros, para dar aulas à noite. Naquela sexta-feira, estava com muito sono. Lembro que passei pelo pedágio e abri as janelas do carro, com o objetivo de evitar a sonolência. Para não ouvir o barulho dos carros, coloquei protetores auriculares. De repente, pensei: onde estou? Achei que estava morto. O ambiente estava esfumaçado (pelo gás do airbag) e os meus olhos, embaçados, pois os óculos tinham caído. Bati na traseira de um caminhão baú e o motorista veio em meu socorro. Notei que estava na Via Dutra, no quilômetro 188. Eu dormi ao volante, por volta das 18h15. Fiquei quatro dias internado e um bom tempo sem dirigir. Hoje estou aqui para contar a história. Tive muita sorte.”

O depoimento é do engenheiro de produção Edson Seiji Akasaka, 53 anos, casado, três filhos, que escapou de uma tragédia. Durante a entrevista, ele repetiu a palavra sorte mais de uma vez. E relatou a experiência com alguma leveza, intercalada com a seriedade de quem passou por um susto muito grande.

No dia do acidente, Edson assumiu uma atitude tão perigosa quanto comum à maioria dos motoristas. Ao sentir sono ao volante, em vez de parar para dormir, o engenheiro achou que poderia enfrentar o percurso. Para piorar a situação, fazia muito tempo que ele estava acordado. Depois de 19 horas de privação de sono há diminuição de desempenho equivalente à observada em indivíduos com teor alcoólico no sangue de 0,70 g/l (aproximadamente igual a seis copos de cerveja ou três de vinho para um homem de 90 kg), segundo dados da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O sono dá pistas de que está chegando: a pessoa se torna mais irritada que o normal e há quem fique quieto ou bastante agitado. Outros sintomas de sonolência são distúrbios visuais, bocejos seguidos, dificuldade em se manter alerta e concentrado em tarefas.

Estatísticas mundiais mostram que entre 26% e 32% dos acidentes de trânsito são provocados por motoristas que dormem na direção. Eles são responsáveis por índices entre 17% e 19% das mortes no local do acidente, de acordo com Marco Túlio de Mello, coordenador do Centro de Estudo Multidisciplinar em Sonolência e Acidentes da Unifesp e chefe da disciplina Medicina e Biologia do Sono. Os números foram obtidos em pesquisa da Universidade de Gênova, na Itália, já que no Brasil não há dados sobre o assunto. “Motoristas com distúrbios do sono correm

duas a três vezes mais riscos de se envolver em acidentes. Quando tratados, a redução é de 70%”, afirma Mello.

No Brasil, em 2006, 35156 pessoas morreram em acidentes de trânsito, segundo o Ministério da Saúde. Aplicando a média mundial, cerca de 6600 perderam a vida por causa do sono ao volante.

Dados da National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) indicam que a cada ano ocorrem, nos Estados Unidos, cerca de 100000 acidentes, sendo 1550 fatais, em decorrência de motoristas que dormem ao volante. Pesquisas da Austrália, Inglaterra, Finlândia e de países da Europa apontam o sono ao volante como causa de 10% a 30% dos acidentes.

O risco de acidentes aumenta não no horário de maior trânsito, mas naquele em que o ser humano tem um declínio na temperatura corporal, afirma Marco Mello, da Unifesp. Isso ocorre entre 12h30 e 14h e das 22h às 6 da manhã, sendo que o período crítico fica entre 3h30 e 5h30. “Com a temperatura corporal baixa, começamos a liberar melatonina, que induz ao sono.”

Embalo

Para não sentir sono ao volante, o ideal é dormir de maneira regular e habitual, afirma o diretor do Departamento de Sono da Associação Brasileira de Medicina no Trânsito (Abramet), Ademir Baptista Silva. “O próprio ato de dirigir pode ser monótono: pistas unidirecionais e o conforto do carro ajudam a embalar o motorista”, diz. Quem está sem dormir sente isso ao parar. “A falta de sono é cumulativa e, dependendo do caso, é preciso até um mês para colocá-lo em dia. Toda vez que o sono é inibido, ao lavar o rosto ou tomar um café, ele volta”, afirma Silva. A única solução é parar de dirigir.

Se você se identificou com o tema, tem dormido pouco e precisa enfrentar estradas, o diretor do Laboratório do Sono do Instituto do Coração (InCor), Geraldo Lorenzi Filho, recomenda: “Coloque um despertador para os próximos 15 minutos, quando decidir descansar. Não pode dormir mais do que isso, ou vai entrar em sono profundo e isso atrapalha muito. O motorista pode acordar com um pouco de tontura. Após o cochilo, saia do carro, lave o rosto e tome um café”, diz, apenas como paliativo. “Também é bom investigar se tem apnéia, que fragmenta o sono, principalmente dos homens entre 30 e 60 anos.

A Qualidade do sono

Com base nos estudos do Instituto do Sono da Unifesp, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou em fevereiro a resolução 267, que determina a inclusão de exame de distúrbios do sono no processo de habilitação de motoristas das categorias C (caminhão), D (ônibus) e E (carreta).

De acordo com Marco Mello, que participou do estudo encaminhado ao governo, seria impraticável exigir que todos os motoristas brasileiros, ao tirar ou renovar a carteira nacional de habilitação (CNH), passassem pela avaliação quanto à Síndrome de Apnéia Obstrutiva do Sono (Saos). “No Brasil não há muitos locais para a realização do exame de polissonografia, que investiga o problema.” A critério médico, o candidato poderá ser aprovado temporariamente ou ser encaminhado para avaliação médica específica e realização de polissonografia. “Nas grandes capitais, esse exame é coberto pelo SUS [Sistema Único de Saúde] e pelos planos de saúde.

A nossa expectativa é que 10% dos motoristas que renovam anualmente a habilitação tenham de realizar o exame. Se for detectada a tendência ao distúrbio, ele pode receber uma carteira provisória e fazer tratamento para depois obter a definitiva.”


Fonte: quatrorodas.abril.com.br

Cuidados antes de abastecer


Os esforços dos envolvidos na cadeia de distribuição de combustíveis para regularizar o mercado, fazendo frente aos problemas de qualidade, produziram resultados significativos. Hoje, as chamadas não conformidades são encontradas em apenas 2% das amostras coletadas nos postos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), depois de terem alcançado a marca de 20%, em 2000, ano em que a agência iniciou o monitoramento.

Mas, mesmo reduzido, o risco de abastecer com combustível adulterado ainda persiste. Da parte dos automobilistas, o que seria possível fazer para não figurar como vítima dos tais 2% da estatística da ANP?

Prevenir continua sendo o melhor remédio. Estar alerta e se preocupar com o momento antes do abastecimento evita muitos aborrecimentos. Pequenos detalhes revelam se o posto revendedor é mesmo de confiança. Sendo assim:

- Abasteça sempre no mesmo posto. Em caso de irregularidade, fica mais fácil detectar a origem do problema;

- Prefira posto com bandeira de uma distribuidora e que tenha a mesma marca nas bombas;

- Cuidado! Revendedores mal-intencionados pintam a cobertura do posto (chamada testeira) com as cores de grandes distribuidoras para iludir o consumidor, mas não há, em nenhum equipamento, cartaz ou uniforme dos frentistas, a identificação clara da marca cujas cores foram copiadas;

- A qualidade do combustível está diretamente atrelada ao preço. Desconfie de valores muito baixos;

- Procure postos que mantenham programas de controle de qualidade dos produtos.

E se ainda restar dúvida, antes de abastecer, não esqueça de que:

- O posto revendedor é obrigado por lei (Resolução ANP nº33, de 14/11/2008) a informar ao consumidor, de forma clara e ostensiva, a origem do combustível comercializado.

- É obrigação do posto revendedor realizar análises dos produtos em comercialização sempre que solicitadas pelo consumidor. Para isso, o posto deve manter disponíveis os materiais necessários à realização das análises (Resolução ANP nº9, de 07/03/2007, artigo 8º).

Fiscalização - Os programas de qualidade das distribuidoras não têm caráter de fiscalização. Esta é uma atribuição legal da ANP, que fiscaliza a atividade de revenda dos combustíveis diretamente ou mediante convênios com órgãos da Administração Pública direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O objetivo é manter o funcionamento adequado do abastecimento nacional de combustíveis, garantindo segurança e qualidade, e promover o aumento da concorrência e da eficiência econômica.

Há vários tipos de sanções administrativas que podem ser aplicadas, desde multas e suspensão temporária do funcionamento do estabelecimento, até a revogação da autorização para o exercício da atividade.

É possível enviar perguntas, denúncias, reclamações e sugestões para a ANP por meio do portal www.anp.gov.br.


Fonte: revistaautoesporte.globo.com